sexta-feira, 27 de março de 2009

Destaques TV Escola: 30/mar a 5/abr




Colegas da TV Escola

A semana de 30/mar a 5/abr traz muitas novidades na grade do Canal da Educação.

Vamos estrear a série SUA ESCOLA NOSSA ESCOLA, uma produção da TV Escola que viajou pelo Brasil para mostrar como as novas tecnologias vêm sendo utilizadas em sala de aula.

Teremos mais um episódio inédito da série PATOS, ASAS E BALÕES, que conta um pouco da história de como o homem conseguiu voar.

Além disso, vamos reprisar o documentário SAÚDE DO PROFESSOR, que, entre outras coisas, dá dicas de como melhorar a qualidade de vida de nossos educadores.

Outra reprise importante é a SEMANA TEMÁTICA: II GUERRA MUNDIAL, onde vamos exibir as duas edições da série CORES DA GUERRA, além de uma entrevista com o baterista dos Paralamas do Sucesso, João Barone, que, nas horas vagas também é um estudioso da história.

Ainda nos conteúdos de História, teremos duas estréias importantes: um documentário sobre o alemão OTTO VON BISMARCK e um programa que explica os detalhes do TRATADO DE TORDESILHAS.

E na programação do ENSINO MÉDIO, o prof. Walmir Cardoso recebe especialistas de Biologia e Física para criarem uma atividade interdisciplinar sobre a vida dos beija-flores.

Segue abaixo a relação completa dos destaques da próxima semana:

Ensino Fundamental
Escola / Educação

Cleusa e a Sala Multimeios – Balneário Camboriú, SC inédito





Cleusa e a Sala Multimeios – Balneário Camboriú, SC



duração: 26’
exibição: 30/mar, às 10h e 14h

Episódio da série Sua Escola Nossa Escola, uma produção da TV Escola que mostra experiências de escolas públicas das cinco regiões do Brasil, sobre a utilização das novas tecnologias e a integração das mídias em sala de aula.

Neste episódio, vamos conhecer uma escola em Santa Catarina que baseia seu ensino na educação “pela”, “para” e “com” a mídia, tendo como ponto central a sala de multimeios, coordenada pela professora Cleusa.

Participa também do programa o professor de Novas Tecnologias da USP, José Manuel Moran.

Ensino Fundamental
História
O Tratado de Tordesilhas inédito

duração: 50’
exibição: 1º/abr, às 10h e 14h




Documentário que conta a história política por trás da assinatura, em 1949, do Tratado de Tordesilhas, acordo que dividia as terras do Novo Mundo entre Espanha e Portugal.

Ensino Fundamental
Ciências
Patos, Asas e Balões – Episódio 2 inédito


duração: 15’
exibição: 2/abr, às 10h e 14h

Produção da TV Escola em que dois patos (Juca Pato e Jean Canard), na França do início do séc. XX, realizam um documentário sobre os pioneiros da aviação, como Santos Dumont e Von Zepellin, e mostram as curiosidades, as dificuldades e as descobertas científicas que permitiram a conquista do ar.

Neste episódio, os patos contam a história do balonismo. Dos primeiros balões de Bartolomeu de Gusmão e dos irmãos Montgolfier aos corajosos vôos de Salomon Andree até o Ártico. Mostram, também como os balões fascinaram o jovem Santos Dumont na sua chegada a Paris.

Ensino Fundamental
Saúde
Saúde do Professor


duração: 35’
exibição: 31/mar, às 10h e 14h

Documentário, produzido pela TV Escola, traz experiências e depoimentos de educadores brasileiros que enfrentam vários problemas relacionados à sua saúde física e mental e que, por meio de diferentes ações, encontram soluções possíveis para garantir qualidade de vida e melhorar o seu ambiente de trabalho.

Conteúdo Complementar:
Professor, acesse o encarte dos Destaques da Programação, com sugestões de atividades para trabalhar o programa Saúde do Professor em sala de aula.
http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/tvescola/grades/destaques_out_nov_08.pdf

Ensino Fundamental
Geografia
Litoral Europeu Visto do Céu inédito


duração: 8 episódios de 7’
exibição: 3/abr, às 10h e 14h

Série que apresenta as costas de vários países da Europa e, por meio de imagens aéreas, revela aspectos geográficos, econômicos e populacionais desses lugares.

Videoteca
Viajantes da História
duração: 10 episódios de 22’

Por meio de poderes especiais, um divertido casal volta ao tempo para explicar a origem e a evolução de certos costumes, fatos e fenômenos existentes na sociedade contemporânea e sua relação com o passado, bem como a importância de grandes personalidades históricas.
Serão exibidos os seguintes episódios:

MULHERES MARAVILHOSAS / A TEORIA DA TERRA PLANA
exibição: 30/mar, às 6h e 16h (reprise)

DIVERSÃO E JOGOS / OS MAIORES ERROS DA HISTÓRIA
exibição: 31/mar, às 6h e 16h (reprise)

BICICLETAS / QUEM DESCOBRIU A AMÉRICA?
exibição: 1º/abr, às 6h e 16h (reprise)

DESENTERRANDO A HISTÓRIA / VOAR
exibição: 2/abr, às 6h e 16h (reprise)

GRANDES CATÁSTROFES / A IDADE DAS TREVAS
exibição: 3/abr, às 6h e 16h (reprise)


Bismarck: Chanceler e Demônio, parte 1 inédito



duração: 43’
exibição: 1º/abr, às 22h e 3h

Documentário, em duas partes, que conta a história de Oto von Bismarck, figura controversa que foi responsável pela unificação alemã.

Ensino Médio
Sala de Professor
Biologia / Física
Beija-Flores inédito
duração: 60’
exibição: 30/mar, às 11h e 17h


Episódio, da série O Mundo Secreto nos Jardins, que acompanha os hábitos, as curiosidades e a importância dos beija-flores na natureza.
Após a exibição, o programa será comentado por professores de Biologia e Física.

Ensino Médio
Sala de Professor
Arte / História / Música

Paul Cézanne




duração: 60’
exibição: 31/mar, às 11h e 17h

Episódio da série Os Impressionistas que narra a vida e a obra de Paul Cézanne, um dos mestres da pintura impressionista que marcou o século 19.
Após a exibição, o programa será comentado por professores de Arte, História e Música.

Ensino Médio
Acervo
Biologia
Extinção inédito

duração: 60’
exibição: 26/mar, às 11h e 17h

Episódio da série Evolução que analisa os processos de extinção sofridos pelo planeta e a evolução das espécies ao longo da história.
Antes da exibição, o programa será comentado por um professor de Biologia.


Ensino Médio
Acervo
Sociologia
Homem x Água



duração: 60’
exibição: 27/mar, às 11h e 17h

Programa da série O Fim da Água que discute as conseqüências da interferência do homem na natureza, principalmente quanto ao mau uso da água.
Antes da exibição, o programa será comentado por um professor de Sociologia.

Design Ecológico
duração: 57’
exibição: 30/mar, às 22h / 5/abr, às 13h

Idéias, protótipos e previsões para o futuro de pioneiros do design ecológico, que defendem o desenvolvimento sustentado em campos como arquitetura, urbanismo, sistemas de energia, transporte e indústria.

Mais Pedidos
A Espinha Dorsal da Noite

duração: 52’
exibição: 3/abr, às 20h / 4/abr, às 17h / 5/abr, às 18h

Episódio da série Cosmos, apresentada pelo cientista Carl Sagan, que mostra uma viagem fascinante pelo Universo, abordando temas como a origem da vida, o nascimento das estrelas e o sistema solar.

Semana Temática: II Guerra Mundial



Nesta semana, a TV Escola reprisa uma seleção de documentários que mostra os diferentes olhares sobre a participação dos principais países envolvidos no conflito.
Faz parte dessa programação uma entrevista com João Barone, baterista dos Paralamas do Sucesso e estudioso da II Guerra Mundial. Barone, conta um pouco da sua relação com o tema (seu pai é ex-combatente) e do documentário que produziu, chamado “Um Brasileiro no Dia D”, onde foi atrás de um brasileiro que esteve presente na invasão da Normandia.

Veja os horários:

SEGUNDA-FEIRA: 30/mar, às 21h

TRECHO DA ENTREVISTA COM JOÃO BARONE (3’)
UMA NOVA ORDEM MUNDIAL (50’) – Episódio da série As Cores da Guerra, que, por meio de uma extensa pesquisa e de um rico acervo de documentos e imagens, mostra, não só os anos desse conflito, mas também o período que o precedeu, enfocando o ponto de vista das testemunhas que viveram naquele período.

TERÇA-FEIRA: 31/mar, às 21h

TRECHO DA ENTREVISTA COM JOÃO BARONE (3’)
GUERRA TOTAL (50’) – Episódio da série As Cores da Guerra, que, por meio de uma extensa pesquisa e de um rico acervo de documentos e imagens, mostra, não só os anos desse conflito, mas também o período que o precedeu, enfocando o ponto de vista das testemunhas que viveram naquele período.

QUARTA-FEIRA: 1º/abr, às 21h

TRECHO DA ENTREVISTA COM JOÃO BARONE (3’)
TRIUNFO E DESESPERO (50’) – Episódio da série As Cores da Guerra, que, por meio de uma extensa pesquisa e de um rico acervo de documentos e imagens, mostra, não só os anos desse conflito, mas também o período que o precedeu, enfocando o ponto de vista das testemunhas que viveram naquele período.

QUINTA-FEIRA: 2/abr, às 21h

TRECHO DA ENTREVISTA COM JOÃO BARONE (3’)
FÉ NA VITÓRIA (50’) – Episódio da série Cores da Guerra – Japão, que, com o uso de imagens inéditas, mostra a participação dos japoneses na Segunda Guerra Mundial. A narração é baseada nos diários das pessoas que presenciaram os horrores desse conflito.

SEXTA-FEIRA: 3/abr, às 21h

TRECHO DA ENTREVISTA COM JOÃO BARONE (3’)
SUPORTANDO O INSUPORTÁVEL (50’) – Episódio da série Cores da Guerra – Japão, que, com o uso de imagens inéditas, mostra a participação dos japoneses na Segunda Guerra Mundial. A narração é baseada nos diários das pessoas que presenciaram os horrores desse conflito.


Salto para o Futuro
A Cidade Como Espaço Educativo
http://www.tvebrasil.com.br/SALTO/boletins2008/cee/index.htm


duração: 5 programas de 60’

Série pretende que o debate pedagógico a ser empreendido seja feito à luz das novas teorias e abordagens culturais, das diferentes disciplinas das Ciências Sociais, somado aos relatos de experiências, com atividades desenvolvidas por professores e seus alunos, como formas de fornecer subsídios aos professores, para além dos seus conhecimentos acumulados, e estimulá-los ao planejamento de atividades pedagógicas subsidiadas por pesquisas em campo.

1. Cidade e Cidadania
exibição: 30/mar, às 19h ::::: 31/mar, às 8h (reprise) e 15h (reprise)
Neste primeiro programa, pretende-se enfocar os conceitos de cidade e de cidadania, buscando suas relações em seus aspectos históricos, culturais e sociais, contextualizando-os, apresentando suas variantes, em diferentes tempos e espaços. A proposta é a de produzir informação e promover o debate, de modo a permitir a reflexão sobre a formação e o exercício da cidadania em diferentes espaços urbanos, em tempos atuais.

2. Patrimônio e Memória
exibição: 31/mar, às 19h ::::: 1º/abr, às 8h (reprise) e 15h (reprise)
A proposta do segundo programa é ressaltar a importância de pesquisar e conhecer, através da memória social, o patrimônio histórico, artístico e cultural das cidades, principalmente aquelas em que vivemos, para sua maior valorização e preservação, permitindo rever valores e conceitos. O patrimônio – material e imaterial – deverá ser enfocado como produto social, inerente à história e à cultura próprias daqueles que o produzem, em diferentes espaços e comunidades urbanas. Para isso, relatos e memórias de indivíduos, grupos e comunidades deverão ser considerados como fontes de informação, preservação e resistência cultural.

3. Centro e Periferia
exibição: 1º/abr, às 19h ::::: 2/abr, às 8h (reprise) e 15h (reprise)
Neste terceiro programa, as propostas são: discutir os conceitos de “centro” e de “periferia”, no espaço urbano, a partir do debate acerca dos fatores históricos, sociais e culturais que os determinam e caracterizam; valorizar as produções culturais realizadas nesses espaços urbanos, seus agentes sociais e suas formas de organização e de reprodução social; perceber as interações entre esses espaços, através de suas produções e manifestações culturais, rompendo fronteiras e preconceitos, ampliando o conhecimento sobre suas formas de ser e de existir.

4. Urbano e Rural
exibição: 2/abr, às 19h ::::: 3/abr, às 8h (reprise) e 15h (reprise)
Neste quarto programa, pretendemos realçar as relações existentes entre o “urbano” e o “rural”, com destaque para os fenômenos sociais e as manifestações culturais presentes em ambos os espaços, cada vez mais presentes na vida cotidiana dessas populações, em função dos crescentes deslocamentos humanos e do transporte cultural, ocorridos de um meio para o outro, gerando novas formas de organização e cultura.

5. Pluralidade e Diversidade
exibição: 3/abr, às 19h ::::: 6/abr, às 8h (reprise) e 15h (reprise)
No último programa da série, pretendemos destacar a pluralidade e a diversidade étnica e cultural da sociedade em que vivemos; debater sobre o respeito à alteridade, como princípio educativo, para uma vida em sociedade mais ética, solidária e cidadã; apresentar experiências vivenciadas em comunidade, em que práticas de solidariedade, de respeito às diferenças e ao outro fazem parte de sua história.

Dúvidas e sugestões:
tvescola@mec.gov.br

SUGESTÃO DE LEITURA- PREVENÇÃO TAMBÉM SE ENSINA-DCNT



Reduzir carne vermelha diminui mortalidade, indica pesquisa
JULLIANE SILVEIRA
CLÁUDIA COLLUCCI
da Folha de S.Paulo



Um estudo divulgado hoje no "Jama" (revista da Associação Médica Americana) aponta relação entre o consumo de carne vermelha e carnes processadas e maior número de mortes por câncer e problemas cardiovasculares. A pesquisa, uma das maiores já realizadas, analisou dados de 500 mil norte-americanos de 50 a 71 anos de idade.



Em dez anos de acompanhamento, morreram 47.976 homens e 23.276 mulheres. Para os pesquisadores, 11% das mortes em homens e 16% das mortes em mulheres poderiam ser adiadas se houvesse redução do consumo de carne vermelha para 9 g do produto a cada 1.000 calorias ingeridas -o grupo que mais ingeriu carne vermelha (68 g a cada 1.000 calorias) foi o que apresentou maior incidência de morte.



No caso das doenças cardiovasculares, a diminuição dos riscos chegaria a 21% nas mulheres se houvesse redução. "A carne processada tem mais sal e gordura saturada, o que aumenta chances de doenças cardiovasculares", diz Daniel Magnoni, nutrólogo e cardiologista do Hospital do Coração.

Para o cardiologista Marcos Knobel, coordenador da unidade coronária do hospital Albert Einstein, além da gordura da carne, o problema é o preparo e os outros alimentos que são somados à refeição. "Se a pessoa come um bife à milanesa ou um bife com ovo frito, já estourou de longe a cota de colesterol."



Além disso, ele alerta para os condimentos. "O sal aumenta o risco de hipertensão arterial sistêmica. Se a carne for processada, é pior porque, além do sódio, geralmente tem óleos para a conservação."



Câncer
Os riscos de câncer estão principalmente relacionados à forma de preparação de qualquer tipo de carne. Sabe-se que, durante o cozimento em altas temperaturas, são formadas aminas heterocíclicas, substâncias reconhecidamente cancerígenas. As maiores temperaturas são atingidas ao grelhar na chapa e fritar com pouco óleo o alimento. Por esse motivo, indica-se a preparação no forno ou em um cozido.



O churrasco também traz perigo. Durante a preparação, a fumaça do carvão libera alcatrão e hidrocarbonetos policíclicos aromáticos, substâncias também cancerígenas. "A associação é feita principalmente com as carnes vermelhas, porque elas são preparadas mais frequentemente em churrasco ou na chapa", afirma Fábio Gomes, nutricionista do Inca (Instituto Nacional de Câncer).



Segundo o cirurgião oncológico Benedito Mauro Rossi, do Hospital A.C. Camargo, a relação entre consumo de carne e câncer está muito estabelecida, inclusive no Brasil. A distribuição geográfica do câncer do intestino, por exemplo, mostra que no Amapá, a incidência do tumor é de 1,51 caso por 100 mil habitantes, enquanto no Rio Grande do Sul, a terra do churrasco, a incidência é de 28,5 por 100 mil habitantes.



Outro mecanismo desencadeante de câncer seria o excesso de ferro no organismo, ocasionado pelo alto consumo de carne vermelha, importante fonte do mineral. Muito ferro pode causar danos oxidativos e agredir as células do intestino grosso, o que leva ao câncer.



Já as carnes processadas, como linguiças, charque e hambúrgueres, são conservadas com nitritos e nitratos, substâncias, que, no estômago, são transformadas em nitrosaminas, que aumentam as chances de ocorrer um câncer no estômago e no intestino. A recomendação da OMS (Organização Mundial da Saúde) é de que a ingestão de carne (excluindo frango e peixe) não ultrapasse os 300 g por semana.



Como a carne vermelha é boa fonte de ferro, é indicado aumentar o consumo de vegetais folhosos verde-escuros, também ricos no mineral.

quarta-feira, 25 de março de 2009

SUGESTÃO DE ATIVIDADE- PREVENÇÃO TAMBÉM SE ENSINA



Guia do Professor -Atividade 2 – Eu não pensei nisso!


Caro Professor,
O principal objetivo do projeto RIVED é oferecer aos professores do Ensino Médio novos recursos didáticos, em forma de módulos, para a melhoria da aprendizagem dos alunos em sala de aula.
O módulo de aprendizagem é um conjunto de atividades de computador que exploram uma determinada unidade curricular. Porém, as atividades digitais nem sempre são adequadas para mediar todos os conteúdos de uma unidade. Por isso atividades complementares são sugeridas no guia do professor.
Cada atividade dos módulos RIVED vem acompanhada de um guia do professor para ajudar a informar sobre as decisões relacionadas a escolha e execução da atividade. Os guias, além de fornecerem dicas de como usar as atividades do módulo, também são criados como uma fonte de enriquecimento do professor.
Considere as informações dos guias como sugestões. Você não precisará seguí-las exatamente como são descritas. Você poderá utilizar os guias como referência e adequá-los a seus alunos e ao seu planejamento pedagógico.


1. Objetivo:
Questionar o conceito de sexo como sinônimo de cópula, bem como analisar o tratamento dado ao tema em diferentes mídias e discutir a existência de estereótipos.


2. Competências que pretendemos desenvolver:
Escrever reportagens enfocando as questões críticas para o âmbito geral relacionadas à sexualidade;
Analisar de que maneiras diferentes as revistas tratam questões relativas à sexualidade, distinguindo um posicionamento isento, bem fundamentado do ponto de vista científico, da simples especulação, do puro preconceito ou de tabus.
Reconhecer as formas pelas quais a Biologia está presente na cultura, nos dias de hoje, participando de manifestações culturais.


3. Conceitos envolvidos:
Sexo, cópula, estereótipo e preconceito.


4. Pré-requisitos:
Não são necessários.


5. Procedimentos para desenvolver a atividade:
Diferentes mídias abordam o tema: seja como forma de vender produtos, para conscientizar quanto à saúde, etc. Essas mídias refletem algumas idéias que a sociedade tem em relação ao tema e, ao mesmo tempo, colaboram para a formação das idéias dos jovens sobre sexo.
Nesta atividade, é dado um grande enfoque a questões relacionadas aos padrões de comportamento diferenciados para homens e mulheres. Cotidianamente há uma forte pressão para que meninos e meninas ajam de acordo com representações sociais que muitas vezes são carregadas de preconceitos. Quantas vezes em nossa vida não ouvimos que menino não chora ou lugar de mulher é na cozinha? A discussão sobre essas questões tem como objetivo combater preconceitos autoritários, questionar a rigidez de padrões de conduta estabelecida para homens e mulheres, além de apontar para as tranformações graduais que a sociedade vem sofrendo em relação a essas questões.
A atividade visa colocar os estudantes frente a seus próprios preconceitos e refletir em grupo sobre o assunto. Identificando limitações em reconhecer no sexo oposto potencialidades maiores do que tradicionalmente atribui-se a cada gênero sexual, pode-se abrir espaços para se combaterem outras discriminações, como as discriminações de classe social ou de raças, enxergando no outro capacidades não percebidas quando vistos por esteriótipos.
Essa atividade pode ser desenvolvida em 1 aula na sala de computadores.


O início:
Solicite aos alunos formem duplas ou trios (de acordo com a afinidade entre eles) para utilizar o computador;
O trabalho dessa atividade será escrever uma matéria de qualquer revista sobre sexo. Assim, vamos ver alguns diferentes enfoques dados pelas diferentes revistas.


No computador:
Solicite que eles explorem os itens disponíveis nesta tela;
Pergunte se eles sentiram falta de alguma revista que trate de sexo, mas que não foi apresentada. É provável que eles comentem a ausência de revistas de sexo explícito. Aqui cabe dizer que essa é uma das formas de se tratar o tema, mas as outras revistas abordam de formas diferentes;
É muito comum confundirmos sexo com cópula. A definição biológica de sexo seria a de mistura de material genético, como quando o espermatozóide fecunda o óvulo. Em outras espécies, ou em humanos, nos casos de inseminação artificial, isso ocorre sem a cópula. Além disso, a cópula (popularmente chamada de transa) não garante a mistura do material genético.
Os diferentes grupos podem comentar qual é a abordagem feita por determinada revista. Nesse momento, o professor pode perguntar para que público teria sido feita essa revista;
Provavelmente, alguns alunos vão dizer, por exemplo, que revistas de futebol e internet são para os homens. Os argumentos de outros grupos podem garantir a discussão. Caso isso não ocorra, não insira a discussão nesse momento. Ela deverá acontecer na próxima etapa da atividade.
Agora, eles devem escrever no máximo 3 revistas que cada um dos personagens comprariam, digitando o nome das revistas;
Clicando em corrigir, aparecerá se ela foi ou não comprada pelo personagem. Eles podem repetir, tentando descobrir todas as 3 revistas compradas por cada um.


Discutindo:
Pergunte o que eles acharam das compras feitas pelos personagens;
Em qual personagem eles tiveram maior dificuldade?
O personagem de verde e boné pode ser o mais difícil. Ele se parece com um garoto, mas pode ser uma menina também. Enquanto a criança e o homem de terno não trazem tantas dúvidas. Aqui, a discussão sobre "meninos jogam bola e meninas brincam de bonecas?" pode ser feita, pedindo exemplos de coisas de meninos e coisas de meninas. Esses exemplos podem ser questionados pela própria classe. No entanto, o professor pode colocar alguns exemplos polêmicos: brinco, cabelos longos, a profissão de professor, enfermeiro, advogado, costureiro, etc.


6. Atividades complementares:
Os alunos podem pesquisar em outros meios de comunicação como o tema é abordado. Além disso, as matérias elaboradas por eles podem ser expostas pela escola. Solicite que eles definam em que revista sairia tal matéria.


segunda-feira, 23 de março de 2009

V OLIMPÍADA BRASILEIRA DE BIOLOGIA


OLIMPÍADA DE BIOLOGIA


Professores podem inscrever suas escolas para participarem da V OLIMPÍADA BRASIEIRA DE BIOLOGIA - acesse agora o link www.anbiojovem.org.br/olimpiadas e boa sorte!

Maiores informações

Prof. Dr. Rogerio Pazetti
Biólogo - Pesquisador Científico I
Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo
11-30617143
11-73695105

SUPER INTERESSANTE LIBERA LEITURA DE EDIÇÕES ANTIGAS


Ajude a distribuir o conhecimento!


Divulgue!Os editores da Revista Super Interessante, em um gesto incomum, liberaram para leitura e consulta todo o conteúdo das edições antigas da revista, no período de 1987 a 2007.


Se você tem filhos, netos, sobrinhos, etc. não deixem de indicar a eles a leitura deste post!


Com certeza uma rica fonte de material de pesquisa para trabalhos escolares, pesquisas e conhecimento em geral.


É só clicar no Ano, escolher a Capa da Revista, e acessar todo o seu conteúdo.


Boa Viagem, Boa Leitura e Bom Proveito!




" O conhecimento só tem valor quando é dividido!"

domingo, 22 de março de 2009

Quem nunca pegou piolho levante a mão!!!!



Quem nunca pegou piolho levante a mão !!!

A escola é um local que pode influir na saúde e no bem-estar dos alunos, a educação em saúde promove os conhecimentos específicos e atitudes relacionadas a esta, proporcionando melhor desenvolvimento físico e psicológico, o que influencia o bem-estar de toda comunidade.
Cabe a escola, um ambiente de educação formal de maneira transversal e no Projeto Prevenção Também se Ensina dar uma abordagem didática em saúde e que sirva na promoção do conhecimento e sua aplicação na resolução de problemas, sendo uma meta a ser atingida. A atuação dos professores pode ser mais eficiente para as crianças em comparação aos profissionais da saúde, pois estes últimos raramente enfatizam a saúde de forma positiva e são mais propensos à imposição do que ao diálogo (Giordan, 2000).
Enão perguntamos... Quem nunca pegou piolho levante a mão....
Sugerimos um Projeto para se trabalhar esse “probleminha” !!!
Em qual série? Ué... e piolho lá escolhe série?
De acordo com as necessidades ....

PROJETO QUEM NUNCA PEGOU PIOLHO LEVANTE A MÃO


Justificativa:

A infestação de piolhos em meio a um aglomerado de crianças é um sério problema enfrentado pela maioria das Instituições Educacionais.
Vários fatores contribuem para que os piolhos apareçam e se instalem nas cabeças das crianças, infestando rapidamente a todos, inclusive atingindo a Equipe de profissionais.
Todavia, um tratamento educativo visando a conscientização das crianças e de toda a Comunidade Educativa, pode contribuir para a diminuição ou extinção de piolhos em diversos ambientes.


Objetivo Geral:

· Eliminar as infestações de piolhos na Instituição.


Objetivos Específicos:

· Conhecer o piolho, identificando-o entre outros insetos;
· Conhecer seus hábitos e como ocorre sua infestação;
· Entender os prejuízos causados a uma pessoa contaminada por piolhos;
· Compreender os processos de transmissão e combate aos piolhos;
· Identificar e combater a contaminação.



Mural

  • Um mural anunciando o projeto e folders ou outros materiais informativos deverão acompanhar o desenvolvimento deste projeto.


    Desenvolvimento:

    Informar as famílias sobre o projeto;
    Apresentar um piolho “verdadeiro” às crianças;
    Trazer informações sobre este inseto parasita e conversar sobre este assunto com a turma;
    Buscar palestrantes e outras pessoas para prestarem depoimentos sobre o tema;
    Criar um momento para diagnosticar a presença de piolhos entre os alunos;
    Promover e estimular os cuidados diários;
    Criar histórias, poemas, músicas e dramatizações abordando o tema e apresentá-los à turma;
    Atividades de recorte: Palavra PIOLHO – letras inicial e final, gravuras sobre a parte do corpo humano em que o pilho se instala e sobre hábitos de higiene;
    Perfurar a letra inicial da palavra PIOLHO;
    Número de letras da palavra, número de letras repetidas;
    Nomes de colegas que começam com a mesma letra do PIOLHO;
    Explorar a cor deste parasita e a mudança de cor decorrente da coloração dos cabelos em que eles se encontram;
    Criar um piolho de formas geométricas: círculo etc…
    Entrevistas: Você já teve piolhos? Como conseguiu eliminá-los?
    Enviar receita de Shampoo caseiro para as residências das crianças;
    Explorar a receita do Shampoo caseiro;
    Desenhar e enfeitar piolhos utilizando as técnicas de mosaico, papel rasgado, bolinhas de papel, pintura a dedo ou com o pincel …
    Confeccionar piolhos com a massa de modelar;
    Promover uma exposição das atividades das crianças;
    Quebra-cabeças com o desenho do piolho e com a palavra;
    Improvisar brincadeiras ou adequar as já conhecidas, ao projeto;
    Atividades com o corpo: História articulada – O piolho está dormindo, agora está acordando, espreguiça bem devagar, Vira para o lado direito e depois para o lado esquerdo, abre os braços, agora se levanta, anda bem devagar (andar como um piolho), procura um lugar em meio aos cabelos para picar, ele percebe que uma mão e aproxima para lavar a cabeça e saí correndo, a mão pega o piolho e o deixa cair no chão do banheiro, o piolho vai embora pelo ralo e a criança continua tomando seu banho.
    Elaborar uma dramatização com a participação das crianças e convidar a comunidade educativa para assisti-la.


    Recursos materiais:


Papel Chamex ou rascunho, papéis coloridos, jornais, revistas, cola, tesoura, massa de modelar, lápis de cor, giz de cera, tintas, pincéis, piolhos (verdadeiros), textos informativos, pincel hidrográfico.

Músicas:


TCHAU PIOLHO – Autora: Angela A.A.Lima


(Ritmo: Atirei o pau no gato)
Eu lavo minha cabeça-ça
tenho as unhas-nhas
Bem curtinhas-nhas
E piolho-lho
Não vou ter, ter, ter,
Ele vai é procurar outra cabeça
Tchau.

Bicho feio

(Ritmo: Ciranda cirandinha)

Não lavei os meus cabelos
E piolho eu peguei
Coço, coço o dia inteiro
Não agüento mais coçar.

Com o piolho, bicho feio
Vou agora acabar
Manter meus cabelos limpos
Para ele não voltar.

O PIOLHO – Autora: Angela A. A. Lima


(Ritmo: Terezinha de Jesus)
O piolho é maldoso
Chupa o sangue e traz doenças
Vou lavar minha cabeça
E piolho não vou ter.

O seu ovo é o lêndea
Ela gruda nos cabelos
Pente fino e remédio
Fazem parte da limpeza

Eu agora já conheço
Os problemas que ele traz
Este bicho na cabeça
Nem agora e nunca mais.

Sugestões de brincadeiras:

“Sr. Ratinho tai?” Transformar em “Piolhinho tai?”
“Batata quente” – Transformar em “Piolho Feio”
“Macaco disse” – Colocar mímicas relacionadas ao piolho
Gincanas – Crianças (piolhos) correndo atrás de outras crianças (pente fino ou limpeza)
- Crianças (colocadas em 2 colunas) atrás e objetos de prevenção ao piolho à frente. O primeiro de cada coluna deverá correr e pegar um objeto, entregando-o em seguida ao segundo de sua equipe. A equipe vencedora será aquela que chegar novamente ao primeiro da equipe.


Sugestão de Shampoo caseiro:


INDICAÇÃO: Combate piolhos(parasitas e mata lêndeas)

Ingredientes:
100 g de folhas verdes de Melão de São Caetano
100 g folhas verdes de boldo
100 g de folhas verdes de Erva de Santa Maria
50 g de folhas verdes de arruda
1 barra (200g) de sabão de coco

Preparo:
Cozinhar as ervas em 1 litro de água por 15 minutos.
Coar e acrescentar o sabão ralado ou picado e retornar ao fogo até que o sabão seja diluído.
Deixe esfriar e guarde em frascos escuros.
Lave a cabeça diariamente, deixando este Shampoo agir por 15 minutos.
Repita a ação e passe o pente fino, até que o piolho desapareça totalmente.



Avaliação:

Participação, desempenho e interesse dos envolvidos, bem como os registros das crianças e a mudança de comportamento das mesmas.

REFERÊNCIAS
Piaget, Vygotsky, Wallon: Teorias Psicogenéticas em Discussão. São Paulo: Summos-1992.ALMEIDA, Paulo Nunes de. Educação Lúdica: Técnicas e Jogos Pedagógicos. Loyola 1998.BASSEDAS, Eulália. Aprendes e Ensinar na Educação Infantil - Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999.

Sugestões de atividades
















22 DE MARÇO DIA MUNDIAL DA ÁGUA

História do Dia Mundial da Água, 22 de março
Declaração Universal dos Direitos da Água, sugestões de preservação
O Dia Mundial da Água foi criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) no dia 22 de março de 1992. O dia 22 de março, de cada ano, é destinado a discussão sobre os diversos temas relacionadas a este importante bem natural.
Mas porque a ONU se preocupou com a água se sabemos que dois terços do planeta Terra é formado por este precioso líquido? A razão é que pouca quantidade, cerca de 0,008 %, do total da água do nosso planeta é potável (própria para o consumo). E como sabemos grande parte das fontes desta água (rios, lagos e represas) esta sendo contaminada, poluída e degradada pela ação predatória do homem. Esta situação é preocupante, pois poderá faltar, num futuro próximo, água para o consumo de grande parte da população mundial. Pensando nisso, foi instituído o Dia Mundial da Água, cujo objetivo principal é criar um momento de reflexão, análise, conscientização e elaboração de medidas práticas para resolver tal problema.No dia 22 de março de 1992, a ONU também divulgou um importante documento: a “Declaração Universal dos Direitos da Água” (leia abaixo).
Este texto apresenta uma série de medidas, sugestões e informações que servem para despertar a consciência ecológica da população e dos governantes para a questão da água.Mas como devemos comemorar esta importante data? Não só neste dia, mas também nos outros 364 dias do ano, precisamos tomar atitudes em nosso dia-a-dia que colaborem para a preservação e economia deste bem natural. Sugestões não faltam: não jogar lixo nos rios e lagos; economizar água nas atividades cotidianas (banho, escovação de dentes, lavagem de louças etc); reutilizar a água em diversas situações; respeitar as regiões de mananciais e divulgar idéias ecológicas para amigos, parentes e outras pessoas.Declaração Universal dos Direitos da Água
Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta.Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.
Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura.
O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem. Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.
Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.
Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.
Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.
Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.
Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.
Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.
Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.

quinta-feira, 19 de março de 2009

SUGESTÕES DE MATERIAIS

Materias para download

Programa Ensinar e Aprender-
Programa Ensinar Pra Valer-
http://www.cenpec.org.br/modules/biblioteca_digital/index.php?op=v_reg&bib_10_id=162

PRIMEIRA SEMANA DO MEIO AMBIENTE DA TV ESCOLA

PROFESSORES E ALUNOS

Se a sua escola desenvolve algum Projeto de Preservação do Meio Ambiente no espaço escolar ou na comunidade, faça um vídeo documentário de até dois minutos de duração sobre as atividades realizadas e envie pra gente até o dia 22/05. As melhores produções serão exibidas durante a 1ª semana do meio ambiente (1ª semana de junho), aqui na tv escola.Podem ser enviadas mais de uma produção. Só que cada vídeo precisa ter no máximo 2 minutos, realizado em qualquer formato de vídeo (VHS, DVD, MINI-DV, DVCAM).O material deve ser enviado até o dia 22/05 para:
Primeira semana do meio ambiente da tv escola:
Rua da Relação, 18 - 4º andar
Lapa - Rio de Janeiro – R.J.
Cep: 20.231-110
Junto com o vídeo envie também um papel com nome e endereço da escola, o nome do projeto e o contato do responsável. Não coloque créditos no vídeo. Anote tudo em papel anexo. Outras informações escrevam pra gente:
tvescola@mec.gov.br

segunda-feira, 16 de março de 2009

PLANTÃO DE DÚVIDAS


PLANTÃO DE DÚVIDAS- CIÊNCIAS E BIOLOGIA
Agora os professores de Ciências e Biologia, contam com mais um recurso para auxiliá-los no desenvolvimento da Proposta Curricular, com o PLANTÃO DE DÚVIDAS às sextas-feiras, das 8h às 11h e 13h às 16h na Oficina Pedagógica, com as PCOPs Salete e Daniela.
AGENDAR COM ANTECEDÊNCIA
Telefone para contato: (14) 3626 - 2251


SUGESTÃO DE LEITURA




COLEÇÃO FORMAÇÃO DE PROFESSORES


Educação matemática e temas político-sociais
Autores:
Mara Sueli Simão Moraes, Élen Patrícia Alonso-Sahm, Elizabeth Mattiazzo-Cardia,Renata Ueno

Editora: Autores Associados




O ensino da matemática sempre foi um desafio aos professores e uma dificuldade real para os estudantes. À medida que se avança no ensino da matemática, o professor e o aluno começam um processo de distanciamento do empírico, tendendo, cada vez mais, para o pensamentoabstrato, característico da ciência matemática. É quando o ensino e a aprendizagem da matemática se transformam num problema pedagógico sério e difícil.Tudo indica que a matemática, mesmo sendo uma linguagem essencialmente abstrata, adquire maior sentido para os alunos quando os professores chegam a compreender que a prática social deve ser o ponto de partida e o ponto de chegada de todo conhecimento humano.O livro, rico em exemplos, mostra que o ensino co-operativo – com grupos distintos, com possibilidade de troca de conhecimentos em grandes grupos, com professor atentopara atender, a tempo e à hora, aos estudantes, preocupado em criar confiança no aluno, capaz de orientá-lo quando necessário – pode levar o aluno à autonomia no pensar matemático e criar um cidadão reflexivo, rumo à emancipação.
PROFESSOR DOUTOR JOSÉ MISAEL FERREIRA DO VALE

sábado, 14 de março de 2009

SUGESTÃO DE LEITURA



PASSAGEM SEM RITO




Históricamente, a 5ª série simboliza a ruptura entre os antigos "primário e ginásio" e centraliza as maiores dificuldades de trabalho para seus professores. Essa série vem sendo apontada como um dos momentos mais difíceis no ensino fundamental.


Ao descrever como a prática pedagógica se desenvolve nas aulas e nos corredores, a autora procura identificar um saber que norteie o fazer docente cotidiano, tendo como pano de fundo o compromisso com a qualidade do ensino e a democratização da escola pública. Seu objetivo é discutir alternativas para a prática docente na 5ª série que possibilitem a superação de tal ruptura.


Evidentemente, a escola também precisa mudar. Sem a (re) estruturação pedagógica indispensável, sem a quebra do isolamento do trabalho dos professores e sem forças para acreditar na importância do próprio trabalho, dificilmente pode-se esperar qualquer transformação mais efetiva ou crítica.


Vale a pena ler!!!!

sexta-feira, 13 de março de 2009

PROPOSTA CURRICULAR DO ESTADO DE SÃO PAULO


ARQUIVOTECA

O novo espaço é mais uma ferramenta de trabalho
A Arquivoteca vai expor e permitir o acesso a grades curriculares, gabaritos e erratas, materiais relacionados aos Cadernos do Gestor, do Professor e do Aluno.
Como em uma biblioteca, os materiais estarão catalogados por volumes mantendo sempre relação com as publicações do São Paulo faz escola.
Veja, abaixo, as orientações específicas para o acesso de diretores, coordenadores pedagógicos e professores.
Para acessar os materiais, clique no botão Arquivoteca, localizado ao lado esquerdo da Home (página inicial desse site) e preencha os campos login e senha conforme indicação abaixo:
Diretor de EscolaLogin: código CIE com 6 dígitosSenha: a mesma utilizada no sistema de recebimento dos Cadernos do Aluno e do Professor.
Coordenadores pedagógicos e professoresLogin: CPF (sem ponto e sem traço)Senha: RG ou senha alterada

quinta-feira, 12 de março de 2009

APOIO À CONTINUIDADE DE ESTUDOS

APOIO À CONTINUIDADE DE ESTUDOS
INSCRIÇÕES 2009
Grandes temas da atualidade/2009 abre inscrições
Estão abertas as inscrições para o curso “Grandes temas da atualidade” de 2009!O curso é por adesão e direcionado aos professores que atuam no Programa Apoio à Continuidade de Estudos (parte diversificada do currículo), aos professores coordenadores de ensino médio, aos supervisores de ensino médio e aos professores coordenadores das oficinas pedagógicas que atuam junto aos professores do Apoio.
Os participantes do curso em 2008, que atuam no Apoio neste ano, também podem ser inscritos no Curso, que apresentará uma nova abordagem para os temas do ano passado e discutirá novos assuntos.
O tutorial de orientação para a realização das inscrições já está disponível. Consulte os passos antes de realizar as inscrições.
Nas escolas a responsabilidade de inscrição é do Professor Coordenador do Ensino Médio (PC) que deve, primeiro, se inscrever e, então, inscrever os demais PCs de Ensino Médio e os professores do programa Apoio à Continuidade de Estudos.
Nas Diretorias de Ensino – DEs a responsabilidade de inscrição será do Supervisor de Ensino Médio, que deve se inscrever e, então, inscrever os professores coordenadores das oficinas pedagógicas e demais supervisores de ensino médio.
As inscrições serão de 12 a 31 de março e o curso terá início em 19 de março. Serão 12 videoconferências, sempre às quintas-feiras, de duas em duas semanas: uma semana para assistir à VC e uma semana para realização da atividade coletiva, totalizando 54 horas de curso.
Haverá certificação ao final do curso para aqueles que corresponderem aos critérios de avaliação a serem publicados em breve, aqui na página do programa Apoio à Continuidade de Ensino, no site do São Paulo faz escola.

NOTÍCIAS

Em SP, valores do bônus devem ser anunciados até o dia 24 de março

Ana Okada
Em São Paulo

O valor do bônus para funcionários e professores da rede estadual de educação de São Paulo será informado até o dia 24 de março. O anúncio foi feito pela secretária da Educação, Maria Helena Guimarães Castro, nesta segunda-feira (9). De acordo com a pasta, os professores devem embolsar o benefício ainda em março.O Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo), que envolve as notas do Saresp e o fluxo escolar (tempo que o aluno leva para cumprir um ciclo), é um indicador criado pelo governo estadual para avaliar as condições da qualidade do ensino na rede, e deverá ser divulgado até dia 19 de março. As escolas que tiverem um índice Idesp maior em relação ao de 2007 irão receber bônus proporcional a essa melhora. Instituições que chegarem à meta estipulada irão receber 2,4 salários a mais em relação aos vencimentos e, aquelas que passarem a meta receberão mais 2,9 salários. As faltas serão descontadas desse bônus.
Bonificação
A medida foi anunciada no último mês de agosto e publicada em outubro de 2008. A cada ano, a secretaria anuncia a nota e a meta de cada escola. O projeto quer atingir, até 2030, as metas da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), entidade que reúne 30 países membros e que visa melhorar o acesso à educação.O fator de cálculo do Idesp vai de 0 a 10. Cada escola recebe uma nota, baseada em avaliação dos alunos no Saresp e no fluxo escolar (tempo que o estudante leva para cumprir um ciclo). A meta ideal para alunos da 1ª a 4ª série do ensino fundamental é atingir 7; para estudantes de 5ª a 8ª séries, a meta é 6; e para os do ensino médio, a meta é 5.A avaliação realizada pelo Idesp em 2007 apontou que o índice médio de escolas de 1ª a 4ª série no Estado é de 3,23. Nas instituições de ensino de 5ª a 8ª série ele é de 2,54, e no ensino médio é de 1,41.

ACOMPANHAMENTO PEDAGÓGICO

PCOPs de Ciências e Biologia acompanham Práticas Pedagógicas

na E.E. Dr Lopes Rodrigues


As PCOPs de Ciências e Biologia Salete e Daniela, estiveram nesta quarta-feira, 11/03, na E.E. Dr. Lopes Rodrigues, acompanhando o trabalho da professora de Ciências e Biologia, Ana Beatriz S.D. Aguirra, pautado nas Situações de Aprendizagens e no Caderno do Professor, sugeridas pela SEE com pesquisas de temas atuais como Protocolo de Kyoto, Agenda 21, Efeito Estufa e Fontes Alternativas de energia.
Segundo a Professora Bia, as orientações e sugestões da SEE facilitam o trabalho do professor, porém, necessita da complementação em alguns momentos com o livro didático e outros recursos.
Nota-se o empenho e dedicação de toda equipe Gestora na orientação e subsídios no que tange a implementação da Proposta Curricular, fator este que reflete no interesse e sucesso dos alunos.
Parabéns a todos os envolvidos!!!

Alunos da 1ª série D da escola E.E. Dr. Lopes Rodrigues

SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA

SUGESTÃO DE ATIVIDADE


TEMA: Água

Contexto:
Esta aula será ministrada para a 5a série, servindo como encerramento do conteúdo água (conceito, principais características e propriedades).

Objetivos:
-Avaliar o conhecimento assimilado pelo aluno referente ao conceito, às principais características e às propriedades da água;


-Identificar e trabalhar as principais dúvidas e dificuldades

Material utilizado:
-Cartelas de bingo elaboradas pelo professor (Anexo 1);
-Listas de perguntas e respostas (Anexo 2);
-Gabarito (Anexo 3).

Dinâmica:
O professor realizará um bingo com as seguintes regras: cada aluno receberá uma cartela contendo números correspondentes a conceitos que estarão escritos na lousa; o professor sorteará uma questão referente ao tema; o aluno deverá assinalar o número, em sua cartela, que corresponde à resposta correta daquela questão.
O aluno que conseguir completar uma seqüência de quatro números (vertical, horizontal ou diagonal) gritará "ÁGUA" e terá sua cartela conferida pelo professor, justificando as respostas; caso todas as respostas estejam corretas, ganhará o jogo.
"Bingo d'água" poderá ser aplicado individualmente, em dupla ou em grupo e caberá ao professor optar por uma premiação simbólica ao vencedor, podendo ser apenas ao primeiro colocado ou aos três primeiros lugares.


ANEXOS 2:
Lista de perguntas a serem apresentadas aos alunos e respectivas respostas.



Qual a porcentagem média de água nos seres humanos?
R: 65 %
Qual o nome da mudança de estado físico da água de líquido para gasoso?
R: Vaporização
A água inodora é a que não tem...
R: Cheiro
Quando o ar frio encontra vapor d'água forma...
R: Nuvens
Quando chove gelo, qual o nome das pedrinhas?
R: Granizo
Em que local da casa deve ser colocada a caixa d'água?
R : Alto
Em que tipo de água temos maior facilidade para boiar?
R: Salgada
Qual a fórmula da água?
R: H2O
Que doença pode ser transmitida pela ingestão de água?
R: Cólera
Toda água límpida é potável?
R: Não


ANEXO 3
Gabarito relacionando números às respostas das questões
1 – Cheiro
2 – Não
3 – Doce
4 – Nuvens
5 – Salgada
6 – 35%
7 – 65%
8 – Sabor
9 – Sim
10 – Fusão
11 – Vaporização
12 – Cólera
13 – Dengue
14 – Granizo
15 – Alto
16 – H2O

ANEXO 1


fonte: http://www.ib.usp.br/iec/arquivos/roteiro9.pdf

ECOLOGIA




ECOLOGIA DIRETO DA INTERNET


Aproveite a rede para preservar o meio ambiente, reciclar o lixo e reaproveitar vários materiais


Assista vídeos ambientais

Onde? http://www.eco1.com.br/ , o portal é semelhante ao youtube: as pessoas gravam vídeos e colocam lá para que outros possam assisti-los. A única diferença é que ali só entram vídeos sobre educação ambiental. Aproveite a oportunidade para ensinar seu aluno a proteger o planeta.

Faça artesanato com sucata

Onde? http://www.artereciclada.com.br/. Aqui tem de tudo: árvore de Natal com folhas de revista, luminária de latinha, cortina de garrafa PET... Com um passo-a-passo bem organizado, o site reúne projetos de vários artesãos e traz dicas para quem adora colocar a mão na massa.

Organize a coleta seletiva da sua casa

Onde? http://www.akatu.com.br/. O site mostra como é fácil preservar o meio ambiente. Traz dicas para evitar o desperdício de água e energia além de orientações sobre como separar o lixo reciclável.

Mantenha-se atualizada sobre o meio ambiente

Onde? http://www.planetasustentavel.com.br/ Coletânea de matérias verdes publicadas por várias revistas brasileiras. Traz textos reflexivos e orientações práticas para o dia-a-dia.

Diminua o impacto do efeito estufa

Onde? http://www.iniciativaverde.com.br/. Incentiva o plantio de árvores para compensar os gases que emitimos ao andar de ônibus, consumir energia elétrica.

Descubra quem recebe os recicláveis

Onde? http://www.recicloteca.com.br/. Quer saber para onde enviar o material separado em casa? No link “Quem recebe recicláveis”, você descobre quais empresas da sua região reaproveitam materiais.

Conheça móveis feitos com garrafas PET.

Onde? http://www.ecoblogs.com.br/ Reúne vários blogs que trazem idéias diferentes de artesanato com materiais recicláveis. Dá para fazer cadeiras e sofás comgarrafa PET ou luminárias reaproveitando materiais domésticos.
fonte: Revista Ana Maria fev 2009

terça-feira, 10 de março de 2009

O vídeo na sala de aula


O Vídeo na Sala de Aula
José Manuel Moran


Finalmente o vídeo está chegando à sala de aula. E dele se esperam, como em tecnologias anteriores, soluções imediatas para os problemas crônicos do ensino-aprendizagem. O vídeo ajuda a um bom professor, atrai os alunos, mas não modifica substancialmente a relação pedagógica. Aproxima a sala de aula do cotidiano, das linguagens de aprendizagem e comunicação da sociedade urbana, mas também introduz novas questões no processo educacional.
O vídeo está umbilicalmente ligado à televisão e a um contexto de lazer, e entretenimento, que passa imperceptivelmente para a sala de aula. Vídeo, na cabeça dos alunos, significa descanso e não "aula", o que modifica a postura, as expectativas em relação ao seu uso. Precisamos aproveitar essa expectativa positiva para atrair o aluno para os assuntos do nosso planejamento pedagógico. Mas ao mesmo tempo, saber que necessitamos prestar atenção para estabelecer novas pontes entre o vídeo e as outras dinâmicas da aula.
Vídeo significa também uma forma de contar multilingüística, de superposição de códigos e significações, predominantemente audiovisuais, mais próxima da sensibilidade e prática do homem urbano e ainda distante da linguagem educacional, mais apoiada no discurso verbal-escrito.

LINGUAGENS DA TV E DO VÍDEO

O vídeo parte do concreto, do visível, do imediato, próximo, que toca todos os sentidos. Mexe com o corpo, com a pele -nos toca e "tocamos" os outros, estão ao nosso alcance através dos recortes visuais, do close, do som estéreo envolvente. Pelo vídeo sentimos, experienciamos sensorialmente o outro, o mundo, nós mesmos.
O vídeo explora também e, basicamente, o ver, o visualizar, o ter diante de nós as situações, as pessoas, os cenários, as cores, as relações espaciais (próximo-distante, alto-baixo, direita-esquerda, grande-pequeno, equilíbrio-desequilíbrio). Desenvolve um ver entrecortado -com múltiplos recortes da realidade -através dos planos- e muitos ritmos visuais: imagens estáticas e dinâmicas, câmera fixa ou em movimento, uma ou várias câmeras, personagens quietos ou movendo-se, imagens ao vivo, gravadas ou criadas no computador. Um ver que está situado no presente, mas que o interliga não linearmente com o passado e com o futuro. O ver está, na maior parte das vezes, apoiando o falar, o narrar, o contar histórias. A fala aproxima o vídeo do cotidiano, de como as pessoas se comunicam habitualmente. Os diálogos expressam a fala coloquial, enquanto o narrador (normalmente em off) "costura" as cenas, as outras falas, dentro da norma culta, orientando a significação do conjunto. A narração falada ancora todo o processo de significação.
A música e os efeitos sonoros servem como evocação, lembrança (de situações passadas), de ilustração -associados a personagens do presente, como nas telenovelas- e de criação de expectativas, antecipando reações e informações. O vídeo é também escrita. Os textos, legendas, citações aparecem cada vez mais na tela, principalmente nas traduções (legendas de filmes) e nas entrevistas com estrangeiros. A escrita na tela hoje é fácil através do gerador de caracteres, que permite colocar na tela textos coloridos, de vários tamanhos e com rapidez, fixando ainda mais a significação atribuída à narrativa falada. O vídeo é sensorial, visual, linguagem falada, linguagem musical e escrita. Linguagens que interagem superpostas, interligadas, somadas, não separadas. Daí a sua força. Nos atingem por todos os sentidos e de todas as maneiras. O vídeo nos seduz, informa, entretém, projeta em outras realidades (no imaginário) em outros tempos e espaços. O vídeo combina a comunicação sensorial-cinestésica, com a audiovisual, a intuição com a lógica, a emoção com a razão. Combina, mas começa pelo sensorial, pelo emocional e pelo intuitivo, para atingir posteriormente o racional.
TV e vídeo encontraram a fórmula de comunicar-se com a maioria das pessoas, tanto crianças como adultas. O ritmo torna-se cada vez mais alucinante (por exemplo nos videoclips). A lógica da narrativa não se baseia necessariamente na causalidade, mas na contigüidade, em colocar um pedaço de imagem ou história ao lado da outra. A sua retórica conseguiu encontrar fórmulas que se adaptam perfeitamente à sensibilidade do homem contemporâneo. Usam uma linguagem concreta, plástica, de cenas curtas, com pouca informação de cada vez, com ritmo acelerado e contrastado, multiplicando os pontos de vista, os cenários, os personagens, os sons, as imagens, os ângulos, os efeitos.
Os temas são pouco aprofundados, explorando os ângulos emocionais, contraditórios, inesperados. Passam a informação em pequenas doses (compacto), organizadas em forma de mosaico (rápidas sínteses de cada assunto) e com apresentação variada (cada tema dura pouco e é ilustrado).
As mensagens dos meios audiovisuais exigem pouco esforço e envolvimento do receptor. Este tem cada vez mais opções, mais possibilidades de escolha (controle remoto, canais por satélite, por cabo, escolha de filmes em vídeo). Há maior possibilidade de interação: televisão bidirecional, jogos interativos, CD e DVD. A possibilidade de escolha e participação e a liberdade de canal e acesso facilitam a relação do espectador com os meios.
As linguagens da TV e do vídeo respondem à sensibilidade dos jovens e da grande maioria da população adulta. São dinâmicas, dirigem-se antes à afetividade do que à razão. O jovem lê o que pode visualizar, precisa ver para compreender. Toda a sua fala é mais sensorial-visual do que racional e abstrata. Lê, vendo.
A linguagem audiovisual desenvolve múltiplas atitudes perceptivas: solicita constantemente a imaginação e reinveste a afetividade com um papel de mediação primordial no mundo, enquanto que a linguagem escrita desenvolve mais o rigor, a organização, a abstração e a análise lógica.

PROPOSTAS DE USO DO VÍDEO

Proponho, a seguir, um roteiro simplificado e esquemático com algumas formas de trabalhar com o vídeo na sala de aula. Como roteiro não há uma ordem rigorosa e pressupõe total liberdade de adaptação destas propostas à realidade de cada professor e dos seus alunos.

USOS INADEQUADOS EM AULA

Vídeo-tapa buraco: colocar vídeo quando há um problema inesperado, como ausência do professor. Usar este expediente eventualmente pode ser útil, mas se for feito com freqüência, desvaloriza o uso do vídeo e o associa -na cabeça do aluno- a não ter aula.
Vídeo-enrolação: exibir um vídeo sem muita ligação com a matéria. O aluno percebe que o vídeo é usado como forma de camuflar a aula. Pode concordar na hora, mas discorda do seu mau uso.
Vídeo-deslumbramento: O professor que acaba de descobrir o uso do vídeo costuma empolgar-se e passa vídeo em todas as aulas, esquecendo outras dinâmicas mais pertinentes. O uso exagerado do vídeo diminui a sua eficácia e empobrece as aulas.
Vídeo-perfeição: Existem professores que questionam todos os vídeos possíveis porque possuem defeitos de informação ou estéticos. Os vídeos que apresentam conceitos problemáticos podem ser usados para descobri-los,junto com os alunos, e questioná-los.
Só vídeo: não é satisfatório didaticamente exibir o vídeo sem discuti-lo, sem integrá-lo com o assunto de aula, sem voltar e mostrar alguns momentos mais importantes.


PROPOSTAS DE UTILIZAÇÃO

Vídeo como SENSIBILIZAÇÃO

É, do meu ponto de vista, ouso mais importante na escola. Um bom vídeo é interessantíssimo para introduzir um novo assunto, para despertar a curiosidade, a motivação para novos temas. Isso facilitará o desejo de pesquisa nos alunos para aprofundar o assunto do vídeo e da matéria.

Vídeo como ILUSTRAÇÃO

O vídeo muitas vezes ajuda a mostrar o que se fala em aula, a compor cenários desconhecidos dos alunos. Por exemplo, um vídeo que exemplifica como eram os romanos na época de Julio César ou Nero, mesmo que não seja totalmente fiel, ajuda a situar os alunos no tempo histórico. Um vídeo traz para a sala de aula realidades distantes dos alunos, como por exemplo a Amazônia ou a África. A vida se aproxima da escola através do vídeo.

Vídeo como SIMULAÇÃO

É uma ilustração mais sofisticada. O vídeo pode simular experiências de química que seriam perigosas em laboratório ou que exigiriam muito tempo e recursos. Um vídeo pode mostrar o crescimento acelerado de uma planta, de uma árvore -da semente até a maturidade- em poucos segundos

Vídeo como CONTEÚDO DE ENSINO

Vídeo que mostra determinado assunto, de forma direta ou indireta. De forma direta, quando informa sobre um tema específico orientando a sua interpretação. De forma indireta, quando mostra um tema, permitindo abordagens múltiplas, interdisciplinares.

Vídeo como PRODUÇÃO

- Como documentação, registro de eventos, de aulas, de estudos do meio, de experiências, de entrevistas, depoimentos. Isto facilita o trabalho do professor, dos alunos e dos futuros alunos. O professor deve poder documentar o que é mais importante para o seu trabalho, ter o seu próprio material de vídeo assim como tem os seus livros e apostilas para preparar as suas aulas. O professor estará atento para gravar o material audiovisual mais utilizado, para não depender sempre do empréstimo ou aluguel dos mesmos programas.- Como intervenção: interferir, modificar um determinado programa, um material audiovisual, acrescentanto uma nova trilha sonora ou editando o material de forma compacta ou introduzindo novas cenas com novos significados. O professor precisa perder o medo, o respeito ao vídeo assim como ele interfere num texto escrito, modificando-o, acrescentando novos dados, novas interpretações, contextos mais próximos do aluno.- Vídeo como expressão, como nova forma de comunicação, adaptada à sensibilidade principalmente das crianças e dos jovens. As crianças adoram fazer vídeo e a escola precisa incentivar o máximo possível a produção de pesquisas em vídeo pelos alunos. A produção em vídeo tem uma dimensão moderna, lúdica. Moderna, como um meio contemporâneo, novo e que integra linguagens. Lúdica, pela miniaturização da câmera, que permite brincar com a realidade, levá-la junto para qualquer lugar. Filmar é uma das experiências mais envolventes tanto para as crianças como para os adultos. Os alunos podem ser incentivados a produzir dentro de uma determinada matéria, ou dentro de um trabalho interdisciplinar. E também produzir programas informativos, feitos por eles mesmos e colocá-los em lugares visíveis dentro da escola e em horários onde muitas crianças possam assisti-los.

Vídeo como AVALIAÇÃO

Dos alunos, do professor, do processo.

Vídeo ESPELHO
Vejo-me na tela para poder compreender-me, para descobrir meu corpo, meus gestos, meus cacoetes. Vídeo-espelho para análise do grupo e dos papéis de cada um, para acompanhar o comportamento de cada um, do ponto de vista participativo, para incentivar os mais retraídos e pedir aos que falam muito para darem mais espaço aos colegas.
O vídeo-espelho é de grande utilidade para o professor se ver, examinar sua comunicação com os alunos, suas qualidades e defeitos.

Vídeo como INTEGRAÇÃO/SUPORTE

De outras mídias.- Vídeo como suporte da televisão e do cinema. Gravar em vídeo programas.importantes da televisão para utilização em aula. Alugar ou comprar filmes de longa metragem, documentários para ampliar o conhecimento de cinema, iniciar os alunos na linguagem audiovisual.- Vídeo interagindo com outras mídias como o computador, o CD-ROM, com os videogames, com a Internet.

COMO VER O VÍDEO

Antes da exibição

. Informar somente aspectos gerais do vídeo (autor, duração, prêmios...). Não interpretar antes da exibição, não pré-julgar (para que cada um possa fazer a sua leitura).. Checar o vídeo antes. Conhecê-lo. Ver a qualidade da cópia. Deixá-lo no ponto antes da exibição. Zerar a numeração (apertar a tecla resset). Apertar também a tecla "memory" para voltar ao ponto desejado. .Checar o som (volume), o canal de exibição (3 ou 4), o tracking (a regulagem de gravação), o sistema (NTSC ou PAL-M).

Durante a exibição

. Anotar as cenas mais importantes.. Se for necessário (para regulagem ou fazer um rápido comentário) apertar o pause ou still, sem demorar muito nele, porque danifica a fita.. Observar as reações do grupo.

Depois da exibição

. Voltar a fita ao começo (resset/memory). Re-ver as cenas mais importantes ou difíceis. Se o vídeo é complexo, exibi-lo uma segunda vez, chamando a atenção para determinadas cenas, para a trilha musical, diálogos, situações.. Passar quadro a quadro as imagens mais significativas.. Observar o som, a música, os efeitos, as frases mais importantes.Proponho alguns caminhos -entre muitos possíveis- para a análise do vídeo em classe.

DINÂMICAS DE ANÁLISE

Análise em conjunto

O professor exibe as cenas mais importantes e as comenta junto com os alunos, a partir do que estes destacam ou perguntam. É uma conversa sobre o vídeo, com o professor como moderador.
O professor não deve se o primeiro a dar a sua opinião, principalmente em matérias controvertidas, nem monopolizar a discussão, mas tampouco deve ficar encima do muro. Deve posicionar-se, depois dos alunos, trabalhando sempre dois planos: o ideal e o real; o que deveria ser (modelo ideal) e o que costuma ser (modelo real).

Análise globalizante

Fazer, depois da exibição, estas quatro perguntas:- Aspectos positivos do vídeo- Aspectos negativos- Idéias principais que passa- O que vocês mudariam neste vídeoSe houver tempo, essas perguntas serão respondidas primeiro em grupos menores e depois relatadas/escritas no plenário. O professor e os alunos destacam as coincidências e divergências. O professor faz a síntese final, devolvendo ao grupo as leituras predominantes (onde se expressam valores, que mostram como o grupo é).

Análise Concentrada

Escolher, depois da exibição, uma ou das cenas marcantes. Revê-las uma ou mais vezes. Perguntar (oralmente o por escrito):- O que chama mais a atenção (imagem/som/palavra)- O que dizem as cenas (significados)- Conseqüências, aplicações (para a nossa vida, para o grupo).
Análise "funcional"
Antes da exibição, escolher algumas funções ou tarefas (desenvolvidas por vários alunos): - o contador de cenas (descrição sumária, por um ou mais alunos)- anotar as palavras-chave- anotar as imagens mais significativas- caracterização dos personagens- música e efeitos- mudanças acontecidas no vídeo (do começo até o final).
Depois da exibição, cada aluno fala e o resultado é colocado no quadro negro ou flanelógrafo. A partir do quadro, o professor completa com os alunos as informações, relaciona os dados, questiona as soluções apresentadas.

ANÁLISE DA LINGUAGEM

- Que história é contada (reconstrução da história)- Como é contada essa história . o que lhe chamou a atenção visualmente. o que destacaria nos diálogos e na música- Que idéias passa claramente o programa (o que diz claramente esta história). O que contam e representam os personagens. Modelo de sociedade apresentado- Ideologia do programa. Mensagens não questionadas (pressupostos ou hipóteses aceitos de antemão, sem discussão).. Valores afirmados e negados pelo programa (como são apresentados a justiça, o trabalho, o amor, o mundo). Como cada participante julga esses valores (concordânciase discordâncias nos sistemas de valores envolvidos). A partir de onde cada um de nós julga a história.

COMPLETAR O VÍDEO

. Exibe-se um vídeo até um determinado ponto.. Os alunos desenvolvem, em grupos, um final próprio e justificam o porquê da escolha.. Exibe-se o final do vídeo. Comparam-se os finais propostos e o professor manifesta também a sua opinião.

MODIFICAR O VÍDEO

. Os alunos procuram vídeos e outros materiais audiovisuais sobre um determinado assunto.. Modificam, adaptam, editam, narram, sonorizam diferentemente..Criam um novo material adaptado a sua realidade, a sua sensibilidade.

VÍDEO PRODUÇÃO

. Contar em vídeo um determinado assunto. Pesquisa em jornais, revistas, entrevistas com pessoas.. Elaboração do roteiro, gravação, edição, sonorização. . Exibição em classe e/ou em circuito interno.. Comentários positivos e negativos. A diferença entre a intenção e o resultado obtido.

VÍDEO ESPELHO

A câmera registra pessoas ou grupos e depois se observa o resultado com comentários de cada um sobre seu desempenho e sobre o dos outros. O professor olha seu desempenho, comenta e ouve os comentários dos outros.
Outras dinâmicas interessantes:
- Dramatizar situações importantes do vídeo assistido e discuti-las comparativamente. Usar a representação, o teatro como meio de expressão do que o vídeo mostrou, adaptando-o à realidade dos alunos.
Um exemplo: -Alguns alunos escolhem personagens de um vídeo e os representam adaptando-os a sua realidade. Depois comparam-se os personagens do vídeo e os da representação, a história do vídeo com a adaptada pelos alunos. - Adaptar o vídeo ao grupo: Contar -oralmente, por escrito ou audiovisualmente- situações nossas próximas às mostradas no vídeo. - Desenhar uma tela de televisão e colocar o que mais impressionou os alunos. O professor exibe num mural os desenhos e todos comentarão as coincidências principais e o seu significado. - Comparar - principalmente em aulas de literatura portuguesa ou estrangeira- um vídeo baseado em uma obra literária com o texto original. Destacar os pontos fortes e fracos do livro e da adaptação audiovisual.

A INFORMAÇÃO NA TV E NO VÍDEO

Um dos campos mais interessantes de utilização do vídeo para compreender a televisão na sala de aula é o da análise da informação, para ajudar professores e alunos a perceber melhor as possibilidades e limites da televisão e do jornal como meio informativo. O professor pode propor inicialmente algumas questões gerais sobre a informação para serem discutidas em pequenos grupos e depois no plenário. * Como eu me informo. * Que telejornal prefiro e porquê. * O que não gosto deste telejornal e gostaria de mudar. * Que semelhanças e diferenças percebo nos vários telejornais. * Que análise faço dos dois principais jornais impressos. Pode-se fazer uma análise específica de um programa informativo da televisão (por exemplo, do Jornal Nacional) e de dois jornais impressos do dia seguinte. O professor pede a um dos alunos que anote a seqüência das notícias do telejornal e, a outro, que cronometre a duração de cada notícia. Depois da exibição, o professor pede que os alunos se dividam em grupos e que alguns analisem o telejornal e pelo menos dois analisem os jornais impressos (cada grupo um jornal).
Questões para análise do telejornal
* Que notícias chamaram mais a sua atenção (notícias que sensibilizaram mais,que marcaram mais). Por que. * Que notícias são mais importantes para cada um ou para o grupo. Por que. * O que considerou positivo nesta edição do telejornal (técnicas, tratamento de algumas matérias, interpretação...) * De que discorda neste telejornal (de algumas notícias em particular ou em geral).

Questões para análise do jornal impresso

* Notícias mais importantes para o jornal (quais são as mais importantes da primeira página). Que enfoque é dado. * Que notícias coincidem com o telejornal (a coincidência é total ou há diferenças de interpretação?) * Que notícias são diferentes do telejornal (notícias que o telejornal anterior não divulgou). * Qual é a opinião do jornal nesse dia (análise dos editoriais, das matérias, que normalmente estão na segunda ou terceira página e não estão assinadas). O professor pode reconstruir a seqüência das notícias por escrito na frente do plenário e pede ao cronometrista que anote a duração de cada matéria. Cada grupo coloca no plenário as respostas à primeira questão. O professor procura reconstruir com todos os alunos as notícias mais importantes para a emissora e para o jornal impresso. Vê as coincidências e as discrepâncias. Convém analisar a notícia mais importante com calma, exibindo-a de novo, observando a estrutura, as técnicas utilizadas, as palavras-chave, a interpretação. E assim vão respondendo às outras três questões, sempre confrontando a informação da televisão com a do jornal impresso, observando as omissões mais importantes. Com esta análise não se chega a uma visão de conjunto, mas se percebe a parcialidade na seleção das notícias, na ênfase dada, na relativização da informação, na espetacularização da televisão como uma das armas importantes para atrair o telespectador.
A Informação a partir da Produção
A análise também pode partir de uma dinâmica que utiliza a produção de um jornal pelo grupo utilizando o mesmo material informativo prévio. O coordenador grava um ou dois telejornais da mesma noite e adquire alguns exemplares de dois ou três jornais impressos do dia seguinte. Os grupos recebem os mesmos jornais impressos. Cada grupo elaborará um noticiário radiofônico, de cinco minutos, a partir dos jornais, seguindo a ordem que achar mais conveniente.
Cada grupo grava o seu noticiário ou o lê como se fosse ao vivo. Pede-se a alguns participantes que anotem a seqüência das notícias, a sua duração e as palavras-chave de cada notícia. Colocam-se esses dados em público -num quadro negro ou cartolina. Discute-se no plenário as coincidências e diferenças de cada grupo na seleção e tratamento do mesmo material informativo inicial.
Numa segunda etapa os alunos relatam acontecimentos que presenciaram - pessoalmente ou que conhecem bem - e os comparam a como apareceram nos jornais e na televisão.
Esta técnica enriquece a análise com o processo de seleção de cada grupo. Exemplifica os mecanismos envolvidos no tratamento da informação mais claramente porque são percebidos na análise da própria produção. De outro lado, as interferências ideológicas no processo de escolha também se mostram mais evidentes. De qualquer forma, mais que a análise de um programa, o importante é tornar a pessoa mais atenta a todo o processo informativo, às mediações conjunturais e do processo de produção da indústria cultural que interferem nos resultados informativos.
Os alunos também podem fazer um pequeno jornal impresso ou em vídeo, com notícias das aulas e da vida deles. Depois, o professor discute com os alunos como foi o processo de seleção das notícias e de produção do jornal ou telejornal.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

*MACHADO, Arlindo. A arte do Vídeo. São Paulo, Brasiliense, 1988.
*MORAN, José Manuel. Leituras dos Meios de Comunicação. São Paulo, Ed. Pancast, 1993.
* __________________. Como ver Televisão. São Paulo, Ed. Paulinas, 1991.
* FDE - FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO. Multimeios aplicados à educação: uma leitura crítica. Cadernos Idéias, n.9, São Paulo, FDE, 1990.
Bibliografia mais atualizada:
BABIN, Pierre e KOPULOUMDJIAN, Marie-France. Os novos modos de compreender; a geração do audiovisual e do computador. São Paulo: Ed. Paulinas, 1989.
FERRÉS, Joan. Vídeo e Educação. 2a ed., Porto Alegre: Artes Médicas (atualmente Artmed), 1996.
____________. Televisão e Educação. São Paulo: Artes Médicas (Artmed), 1996.
MACHADO, Arlindo. A arte do vídeo. São Paulo: Brasiliense, 1988.
MORAN, José Manuel. Mudanças na comunicação pessoal. 2a ed. São Paulo: Paulinas, 2000.
MORAN, José Manuel, MASETTO, Marcos e BEHRENS, Marilda. Novas Tecnologias e Mediação Pedagógica. 7ª ed., Campinas: Papirus, 2003.
PENTEADO, Heloisa Dupas. Televisão e escola: conflito ou cooperação?. São Paulo: Cortez, 1991.