quinta-feira, 12 de março de 2009

APOIO À CONTINUIDADE DE ESTUDOS

APOIO À CONTINUIDADE DE ESTUDOS
INSCRIÇÕES 2009
Grandes temas da atualidade/2009 abre inscrições
Estão abertas as inscrições para o curso “Grandes temas da atualidade” de 2009!O curso é por adesão e direcionado aos professores que atuam no Programa Apoio à Continuidade de Estudos (parte diversificada do currículo), aos professores coordenadores de ensino médio, aos supervisores de ensino médio e aos professores coordenadores das oficinas pedagógicas que atuam junto aos professores do Apoio.
Os participantes do curso em 2008, que atuam no Apoio neste ano, também podem ser inscritos no Curso, que apresentará uma nova abordagem para os temas do ano passado e discutirá novos assuntos.
O tutorial de orientação para a realização das inscrições já está disponível. Consulte os passos antes de realizar as inscrições.
Nas escolas a responsabilidade de inscrição é do Professor Coordenador do Ensino Médio (PC) que deve, primeiro, se inscrever e, então, inscrever os demais PCs de Ensino Médio e os professores do programa Apoio à Continuidade de Estudos.
Nas Diretorias de Ensino – DEs a responsabilidade de inscrição será do Supervisor de Ensino Médio, que deve se inscrever e, então, inscrever os professores coordenadores das oficinas pedagógicas e demais supervisores de ensino médio.
As inscrições serão de 12 a 31 de março e o curso terá início em 19 de março. Serão 12 videoconferências, sempre às quintas-feiras, de duas em duas semanas: uma semana para assistir à VC e uma semana para realização da atividade coletiva, totalizando 54 horas de curso.
Haverá certificação ao final do curso para aqueles que corresponderem aos critérios de avaliação a serem publicados em breve, aqui na página do programa Apoio à Continuidade de Ensino, no site do São Paulo faz escola.

NOTÍCIAS

Em SP, valores do bônus devem ser anunciados até o dia 24 de março

Ana Okada
Em São Paulo

O valor do bônus para funcionários e professores da rede estadual de educação de São Paulo será informado até o dia 24 de março. O anúncio foi feito pela secretária da Educação, Maria Helena Guimarães Castro, nesta segunda-feira (9). De acordo com a pasta, os professores devem embolsar o benefício ainda em março.O Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo), que envolve as notas do Saresp e o fluxo escolar (tempo que o aluno leva para cumprir um ciclo), é um indicador criado pelo governo estadual para avaliar as condições da qualidade do ensino na rede, e deverá ser divulgado até dia 19 de março. As escolas que tiverem um índice Idesp maior em relação ao de 2007 irão receber bônus proporcional a essa melhora. Instituições que chegarem à meta estipulada irão receber 2,4 salários a mais em relação aos vencimentos e, aquelas que passarem a meta receberão mais 2,9 salários. As faltas serão descontadas desse bônus.
Bonificação
A medida foi anunciada no último mês de agosto e publicada em outubro de 2008. A cada ano, a secretaria anuncia a nota e a meta de cada escola. O projeto quer atingir, até 2030, as metas da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), entidade que reúne 30 países membros e que visa melhorar o acesso à educação.O fator de cálculo do Idesp vai de 0 a 10. Cada escola recebe uma nota, baseada em avaliação dos alunos no Saresp e no fluxo escolar (tempo que o estudante leva para cumprir um ciclo). A meta ideal para alunos da 1ª a 4ª série do ensino fundamental é atingir 7; para estudantes de 5ª a 8ª séries, a meta é 6; e para os do ensino médio, a meta é 5.A avaliação realizada pelo Idesp em 2007 apontou que o índice médio de escolas de 1ª a 4ª série no Estado é de 3,23. Nas instituições de ensino de 5ª a 8ª série ele é de 2,54, e no ensino médio é de 1,41.

ACOMPANHAMENTO PEDAGÓGICO

PCOPs de Ciências e Biologia acompanham Práticas Pedagógicas

na E.E. Dr Lopes Rodrigues


As PCOPs de Ciências e Biologia Salete e Daniela, estiveram nesta quarta-feira, 11/03, na E.E. Dr. Lopes Rodrigues, acompanhando o trabalho da professora de Ciências e Biologia, Ana Beatriz S.D. Aguirra, pautado nas Situações de Aprendizagens e no Caderno do Professor, sugeridas pela SEE com pesquisas de temas atuais como Protocolo de Kyoto, Agenda 21, Efeito Estufa e Fontes Alternativas de energia.
Segundo a Professora Bia, as orientações e sugestões da SEE facilitam o trabalho do professor, porém, necessita da complementação em alguns momentos com o livro didático e outros recursos.
Nota-se o empenho e dedicação de toda equipe Gestora na orientação e subsídios no que tange a implementação da Proposta Curricular, fator este que reflete no interesse e sucesso dos alunos.
Parabéns a todos os envolvidos!!!

Alunos da 1ª série D da escola E.E. Dr. Lopes Rodrigues

SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA

SUGESTÃO DE ATIVIDADE


TEMA: Água

Contexto:
Esta aula será ministrada para a 5a série, servindo como encerramento do conteúdo água (conceito, principais características e propriedades).

Objetivos:
-Avaliar o conhecimento assimilado pelo aluno referente ao conceito, às principais características e às propriedades da água;


-Identificar e trabalhar as principais dúvidas e dificuldades

Material utilizado:
-Cartelas de bingo elaboradas pelo professor (Anexo 1);
-Listas de perguntas e respostas (Anexo 2);
-Gabarito (Anexo 3).

Dinâmica:
O professor realizará um bingo com as seguintes regras: cada aluno receberá uma cartela contendo números correspondentes a conceitos que estarão escritos na lousa; o professor sorteará uma questão referente ao tema; o aluno deverá assinalar o número, em sua cartela, que corresponde à resposta correta daquela questão.
O aluno que conseguir completar uma seqüência de quatro números (vertical, horizontal ou diagonal) gritará "ÁGUA" e terá sua cartela conferida pelo professor, justificando as respostas; caso todas as respostas estejam corretas, ganhará o jogo.
"Bingo d'água" poderá ser aplicado individualmente, em dupla ou em grupo e caberá ao professor optar por uma premiação simbólica ao vencedor, podendo ser apenas ao primeiro colocado ou aos três primeiros lugares.


ANEXOS 2:
Lista de perguntas a serem apresentadas aos alunos e respectivas respostas.



Qual a porcentagem média de água nos seres humanos?
R: 65 %
Qual o nome da mudança de estado físico da água de líquido para gasoso?
R: Vaporização
A água inodora é a que não tem...
R: Cheiro
Quando o ar frio encontra vapor d'água forma...
R: Nuvens
Quando chove gelo, qual o nome das pedrinhas?
R: Granizo
Em que local da casa deve ser colocada a caixa d'água?
R : Alto
Em que tipo de água temos maior facilidade para boiar?
R: Salgada
Qual a fórmula da água?
R: H2O
Que doença pode ser transmitida pela ingestão de água?
R: Cólera
Toda água límpida é potável?
R: Não


ANEXO 3
Gabarito relacionando números às respostas das questões
1 – Cheiro
2 – Não
3 – Doce
4 – Nuvens
5 – Salgada
6 – 35%
7 – 65%
8 – Sabor
9 – Sim
10 – Fusão
11 – Vaporização
12 – Cólera
13 – Dengue
14 – Granizo
15 – Alto
16 – H2O

ANEXO 1


fonte: http://www.ib.usp.br/iec/arquivos/roteiro9.pdf

ECOLOGIA




ECOLOGIA DIRETO DA INTERNET


Aproveite a rede para preservar o meio ambiente, reciclar o lixo e reaproveitar vários materiais


Assista vídeos ambientais

Onde? http://www.eco1.com.br/ , o portal é semelhante ao youtube: as pessoas gravam vídeos e colocam lá para que outros possam assisti-los. A única diferença é que ali só entram vídeos sobre educação ambiental. Aproveite a oportunidade para ensinar seu aluno a proteger o planeta.

Faça artesanato com sucata

Onde? http://www.artereciclada.com.br/. Aqui tem de tudo: árvore de Natal com folhas de revista, luminária de latinha, cortina de garrafa PET... Com um passo-a-passo bem organizado, o site reúne projetos de vários artesãos e traz dicas para quem adora colocar a mão na massa.

Organize a coleta seletiva da sua casa

Onde? http://www.akatu.com.br/. O site mostra como é fácil preservar o meio ambiente. Traz dicas para evitar o desperdício de água e energia além de orientações sobre como separar o lixo reciclável.

Mantenha-se atualizada sobre o meio ambiente

Onde? http://www.planetasustentavel.com.br/ Coletânea de matérias verdes publicadas por várias revistas brasileiras. Traz textos reflexivos e orientações práticas para o dia-a-dia.

Diminua o impacto do efeito estufa

Onde? http://www.iniciativaverde.com.br/. Incentiva o plantio de árvores para compensar os gases que emitimos ao andar de ônibus, consumir energia elétrica.

Descubra quem recebe os recicláveis

Onde? http://www.recicloteca.com.br/. Quer saber para onde enviar o material separado em casa? No link “Quem recebe recicláveis”, você descobre quais empresas da sua região reaproveitam materiais.

Conheça móveis feitos com garrafas PET.

Onde? http://www.ecoblogs.com.br/ Reúne vários blogs que trazem idéias diferentes de artesanato com materiais recicláveis. Dá para fazer cadeiras e sofás comgarrafa PET ou luminárias reaproveitando materiais domésticos.
fonte: Revista Ana Maria fev 2009

terça-feira, 10 de março de 2009

O vídeo na sala de aula


O Vídeo na Sala de Aula
José Manuel Moran


Finalmente o vídeo está chegando à sala de aula. E dele se esperam, como em tecnologias anteriores, soluções imediatas para os problemas crônicos do ensino-aprendizagem. O vídeo ajuda a um bom professor, atrai os alunos, mas não modifica substancialmente a relação pedagógica. Aproxima a sala de aula do cotidiano, das linguagens de aprendizagem e comunicação da sociedade urbana, mas também introduz novas questões no processo educacional.
O vídeo está umbilicalmente ligado à televisão e a um contexto de lazer, e entretenimento, que passa imperceptivelmente para a sala de aula. Vídeo, na cabeça dos alunos, significa descanso e não "aula", o que modifica a postura, as expectativas em relação ao seu uso. Precisamos aproveitar essa expectativa positiva para atrair o aluno para os assuntos do nosso planejamento pedagógico. Mas ao mesmo tempo, saber que necessitamos prestar atenção para estabelecer novas pontes entre o vídeo e as outras dinâmicas da aula.
Vídeo significa também uma forma de contar multilingüística, de superposição de códigos e significações, predominantemente audiovisuais, mais próxima da sensibilidade e prática do homem urbano e ainda distante da linguagem educacional, mais apoiada no discurso verbal-escrito.

LINGUAGENS DA TV E DO VÍDEO

O vídeo parte do concreto, do visível, do imediato, próximo, que toca todos os sentidos. Mexe com o corpo, com a pele -nos toca e "tocamos" os outros, estão ao nosso alcance através dos recortes visuais, do close, do som estéreo envolvente. Pelo vídeo sentimos, experienciamos sensorialmente o outro, o mundo, nós mesmos.
O vídeo explora também e, basicamente, o ver, o visualizar, o ter diante de nós as situações, as pessoas, os cenários, as cores, as relações espaciais (próximo-distante, alto-baixo, direita-esquerda, grande-pequeno, equilíbrio-desequilíbrio). Desenvolve um ver entrecortado -com múltiplos recortes da realidade -através dos planos- e muitos ritmos visuais: imagens estáticas e dinâmicas, câmera fixa ou em movimento, uma ou várias câmeras, personagens quietos ou movendo-se, imagens ao vivo, gravadas ou criadas no computador. Um ver que está situado no presente, mas que o interliga não linearmente com o passado e com o futuro. O ver está, na maior parte das vezes, apoiando o falar, o narrar, o contar histórias. A fala aproxima o vídeo do cotidiano, de como as pessoas se comunicam habitualmente. Os diálogos expressam a fala coloquial, enquanto o narrador (normalmente em off) "costura" as cenas, as outras falas, dentro da norma culta, orientando a significação do conjunto. A narração falada ancora todo o processo de significação.
A música e os efeitos sonoros servem como evocação, lembrança (de situações passadas), de ilustração -associados a personagens do presente, como nas telenovelas- e de criação de expectativas, antecipando reações e informações. O vídeo é também escrita. Os textos, legendas, citações aparecem cada vez mais na tela, principalmente nas traduções (legendas de filmes) e nas entrevistas com estrangeiros. A escrita na tela hoje é fácil através do gerador de caracteres, que permite colocar na tela textos coloridos, de vários tamanhos e com rapidez, fixando ainda mais a significação atribuída à narrativa falada. O vídeo é sensorial, visual, linguagem falada, linguagem musical e escrita. Linguagens que interagem superpostas, interligadas, somadas, não separadas. Daí a sua força. Nos atingem por todos os sentidos e de todas as maneiras. O vídeo nos seduz, informa, entretém, projeta em outras realidades (no imaginário) em outros tempos e espaços. O vídeo combina a comunicação sensorial-cinestésica, com a audiovisual, a intuição com a lógica, a emoção com a razão. Combina, mas começa pelo sensorial, pelo emocional e pelo intuitivo, para atingir posteriormente o racional.
TV e vídeo encontraram a fórmula de comunicar-se com a maioria das pessoas, tanto crianças como adultas. O ritmo torna-se cada vez mais alucinante (por exemplo nos videoclips). A lógica da narrativa não se baseia necessariamente na causalidade, mas na contigüidade, em colocar um pedaço de imagem ou história ao lado da outra. A sua retórica conseguiu encontrar fórmulas que se adaptam perfeitamente à sensibilidade do homem contemporâneo. Usam uma linguagem concreta, plástica, de cenas curtas, com pouca informação de cada vez, com ritmo acelerado e contrastado, multiplicando os pontos de vista, os cenários, os personagens, os sons, as imagens, os ângulos, os efeitos.
Os temas são pouco aprofundados, explorando os ângulos emocionais, contraditórios, inesperados. Passam a informação em pequenas doses (compacto), organizadas em forma de mosaico (rápidas sínteses de cada assunto) e com apresentação variada (cada tema dura pouco e é ilustrado).
As mensagens dos meios audiovisuais exigem pouco esforço e envolvimento do receptor. Este tem cada vez mais opções, mais possibilidades de escolha (controle remoto, canais por satélite, por cabo, escolha de filmes em vídeo). Há maior possibilidade de interação: televisão bidirecional, jogos interativos, CD e DVD. A possibilidade de escolha e participação e a liberdade de canal e acesso facilitam a relação do espectador com os meios.
As linguagens da TV e do vídeo respondem à sensibilidade dos jovens e da grande maioria da população adulta. São dinâmicas, dirigem-se antes à afetividade do que à razão. O jovem lê o que pode visualizar, precisa ver para compreender. Toda a sua fala é mais sensorial-visual do que racional e abstrata. Lê, vendo.
A linguagem audiovisual desenvolve múltiplas atitudes perceptivas: solicita constantemente a imaginação e reinveste a afetividade com um papel de mediação primordial no mundo, enquanto que a linguagem escrita desenvolve mais o rigor, a organização, a abstração e a análise lógica.

PROPOSTAS DE USO DO VÍDEO

Proponho, a seguir, um roteiro simplificado e esquemático com algumas formas de trabalhar com o vídeo na sala de aula. Como roteiro não há uma ordem rigorosa e pressupõe total liberdade de adaptação destas propostas à realidade de cada professor e dos seus alunos.

USOS INADEQUADOS EM AULA

Vídeo-tapa buraco: colocar vídeo quando há um problema inesperado, como ausência do professor. Usar este expediente eventualmente pode ser útil, mas se for feito com freqüência, desvaloriza o uso do vídeo e o associa -na cabeça do aluno- a não ter aula.
Vídeo-enrolação: exibir um vídeo sem muita ligação com a matéria. O aluno percebe que o vídeo é usado como forma de camuflar a aula. Pode concordar na hora, mas discorda do seu mau uso.
Vídeo-deslumbramento: O professor que acaba de descobrir o uso do vídeo costuma empolgar-se e passa vídeo em todas as aulas, esquecendo outras dinâmicas mais pertinentes. O uso exagerado do vídeo diminui a sua eficácia e empobrece as aulas.
Vídeo-perfeição: Existem professores que questionam todos os vídeos possíveis porque possuem defeitos de informação ou estéticos. Os vídeos que apresentam conceitos problemáticos podem ser usados para descobri-los,junto com os alunos, e questioná-los.
Só vídeo: não é satisfatório didaticamente exibir o vídeo sem discuti-lo, sem integrá-lo com o assunto de aula, sem voltar e mostrar alguns momentos mais importantes.


PROPOSTAS DE UTILIZAÇÃO

Vídeo como SENSIBILIZAÇÃO

É, do meu ponto de vista, ouso mais importante na escola. Um bom vídeo é interessantíssimo para introduzir um novo assunto, para despertar a curiosidade, a motivação para novos temas. Isso facilitará o desejo de pesquisa nos alunos para aprofundar o assunto do vídeo e da matéria.

Vídeo como ILUSTRAÇÃO

O vídeo muitas vezes ajuda a mostrar o que se fala em aula, a compor cenários desconhecidos dos alunos. Por exemplo, um vídeo que exemplifica como eram os romanos na época de Julio César ou Nero, mesmo que não seja totalmente fiel, ajuda a situar os alunos no tempo histórico. Um vídeo traz para a sala de aula realidades distantes dos alunos, como por exemplo a Amazônia ou a África. A vida se aproxima da escola através do vídeo.

Vídeo como SIMULAÇÃO

É uma ilustração mais sofisticada. O vídeo pode simular experiências de química que seriam perigosas em laboratório ou que exigiriam muito tempo e recursos. Um vídeo pode mostrar o crescimento acelerado de uma planta, de uma árvore -da semente até a maturidade- em poucos segundos

Vídeo como CONTEÚDO DE ENSINO

Vídeo que mostra determinado assunto, de forma direta ou indireta. De forma direta, quando informa sobre um tema específico orientando a sua interpretação. De forma indireta, quando mostra um tema, permitindo abordagens múltiplas, interdisciplinares.

Vídeo como PRODUÇÃO

- Como documentação, registro de eventos, de aulas, de estudos do meio, de experiências, de entrevistas, depoimentos. Isto facilita o trabalho do professor, dos alunos e dos futuros alunos. O professor deve poder documentar o que é mais importante para o seu trabalho, ter o seu próprio material de vídeo assim como tem os seus livros e apostilas para preparar as suas aulas. O professor estará atento para gravar o material audiovisual mais utilizado, para não depender sempre do empréstimo ou aluguel dos mesmos programas.- Como intervenção: interferir, modificar um determinado programa, um material audiovisual, acrescentanto uma nova trilha sonora ou editando o material de forma compacta ou introduzindo novas cenas com novos significados. O professor precisa perder o medo, o respeito ao vídeo assim como ele interfere num texto escrito, modificando-o, acrescentando novos dados, novas interpretações, contextos mais próximos do aluno.- Vídeo como expressão, como nova forma de comunicação, adaptada à sensibilidade principalmente das crianças e dos jovens. As crianças adoram fazer vídeo e a escola precisa incentivar o máximo possível a produção de pesquisas em vídeo pelos alunos. A produção em vídeo tem uma dimensão moderna, lúdica. Moderna, como um meio contemporâneo, novo e que integra linguagens. Lúdica, pela miniaturização da câmera, que permite brincar com a realidade, levá-la junto para qualquer lugar. Filmar é uma das experiências mais envolventes tanto para as crianças como para os adultos. Os alunos podem ser incentivados a produzir dentro de uma determinada matéria, ou dentro de um trabalho interdisciplinar. E também produzir programas informativos, feitos por eles mesmos e colocá-los em lugares visíveis dentro da escola e em horários onde muitas crianças possam assisti-los.

Vídeo como AVALIAÇÃO

Dos alunos, do professor, do processo.

Vídeo ESPELHO
Vejo-me na tela para poder compreender-me, para descobrir meu corpo, meus gestos, meus cacoetes. Vídeo-espelho para análise do grupo e dos papéis de cada um, para acompanhar o comportamento de cada um, do ponto de vista participativo, para incentivar os mais retraídos e pedir aos que falam muito para darem mais espaço aos colegas.
O vídeo-espelho é de grande utilidade para o professor se ver, examinar sua comunicação com os alunos, suas qualidades e defeitos.

Vídeo como INTEGRAÇÃO/SUPORTE

De outras mídias.- Vídeo como suporte da televisão e do cinema. Gravar em vídeo programas.importantes da televisão para utilização em aula. Alugar ou comprar filmes de longa metragem, documentários para ampliar o conhecimento de cinema, iniciar os alunos na linguagem audiovisual.- Vídeo interagindo com outras mídias como o computador, o CD-ROM, com os videogames, com a Internet.

COMO VER O VÍDEO

Antes da exibição

. Informar somente aspectos gerais do vídeo (autor, duração, prêmios...). Não interpretar antes da exibição, não pré-julgar (para que cada um possa fazer a sua leitura).. Checar o vídeo antes. Conhecê-lo. Ver a qualidade da cópia. Deixá-lo no ponto antes da exibição. Zerar a numeração (apertar a tecla resset). Apertar também a tecla "memory" para voltar ao ponto desejado. .Checar o som (volume), o canal de exibição (3 ou 4), o tracking (a regulagem de gravação), o sistema (NTSC ou PAL-M).

Durante a exibição

. Anotar as cenas mais importantes.. Se for necessário (para regulagem ou fazer um rápido comentário) apertar o pause ou still, sem demorar muito nele, porque danifica a fita.. Observar as reações do grupo.

Depois da exibição

. Voltar a fita ao começo (resset/memory). Re-ver as cenas mais importantes ou difíceis. Se o vídeo é complexo, exibi-lo uma segunda vez, chamando a atenção para determinadas cenas, para a trilha musical, diálogos, situações.. Passar quadro a quadro as imagens mais significativas.. Observar o som, a música, os efeitos, as frases mais importantes.Proponho alguns caminhos -entre muitos possíveis- para a análise do vídeo em classe.

DINÂMICAS DE ANÁLISE

Análise em conjunto

O professor exibe as cenas mais importantes e as comenta junto com os alunos, a partir do que estes destacam ou perguntam. É uma conversa sobre o vídeo, com o professor como moderador.
O professor não deve se o primeiro a dar a sua opinião, principalmente em matérias controvertidas, nem monopolizar a discussão, mas tampouco deve ficar encima do muro. Deve posicionar-se, depois dos alunos, trabalhando sempre dois planos: o ideal e o real; o que deveria ser (modelo ideal) e o que costuma ser (modelo real).

Análise globalizante

Fazer, depois da exibição, estas quatro perguntas:- Aspectos positivos do vídeo- Aspectos negativos- Idéias principais que passa- O que vocês mudariam neste vídeoSe houver tempo, essas perguntas serão respondidas primeiro em grupos menores e depois relatadas/escritas no plenário. O professor e os alunos destacam as coincidências e divergências. O professor faz a síntese final, devolvendo ao grupo as leituras predominantes (onde se expressam valores, que mostram como o grupo é).

Análise Concentrada

Escolher, depois da exibição, uma ou das cenas marcantes. Revê-las uma ou mais vezes. Perguntar (oralmente o por escrito):- O que chama mais a atenção (imagem/som/palavra)- O que dizem as cenas (significados)- Conseqüências, aplicações (para a nossa vida, para o grupo).
Análise "funcional"
Antes da exibição, escolher algumas funções ou tarefas (desenvolvidas por vários alunos): - o contador de cenas (descrição sumária, por um ou mais alunos)- anotar as palavras-chave- anotar as imagens mais significativas- caracterização dos personagens- música e efeitos- mudanças acontecidas no vídeo (do começo até o final).
Depois da exibição, cada aluno fala e o resultado é colocado no quadro negro ou flanelógrafo. A partir do quadro, o professor completa com os alunos as informações, relaciona os dados, questiona as soluções apresentadas.

ANÁLISE DA LINGUAGEM

- Que história é contada (reconstrução da história)- Como é contada essa história . o que lhe chamou a atenção visualmente. o que destacaria nos diálogos e na música- Que idéias passa claramente o programa (o que diz claramente esta história). O que contam e representam os personagens. Modelo de sociedade apresentado- Ideologia do programa. Mensagens não questionadas (pressupostos ou hipóteses aceitos de antemão, sem discussão).. Valores afirmados e negados pelo programa (como são apresentados a justiça, o trabalho, o amor, o mundo). Como cada participante julga esses valores (concordânciase discordâncias nos sistemas de valores envolvidos). A partir de onde cada um de nós julga a história.

COMPLETAR O VÍDEO

. Exibe-se um vídeo até um determinado ponto.. Os alunos desenvolvem, em grupos, um final próprio e justificam o porquê da escolha.. Exibe-se o final do vídeo. Comparam-se os finais propostos e o professor manifesta também a sua opinião.

MODIFICAR O VÍDEO

. Os alunos procuram vídeos e outros materiais audiovisuais sobre um determinado assunto.. Modificam, adaptam, editam, narram, sonorizam diferentemente..Criam um novo material adaptado a sua realidade, a sua sensibilidade.

VÍDEO PRODUÇÃO

. Contar em vídeo um determinado assunto. Pesquisa em jornais, revistas, entrevistas com pessoas.. Elaboração do roteiro, gravação, edição, sonorização. . Exibição em classe e/ou em circuito interno.. Comentários positivos e negativos. A diferença entre a intenção e o resultado obtido.

VÍDEO ESPELHO

A câmera registra pessoas ou grupos e depois se observa o resultado com comentários de cada um sobre seu desempenho e sobre o dos outros. O professor olha seu desempenho, comenta e ouve os comentários dos outros.
Outras dinâmicas interessantes:
- Dramatizar situações importantes do vídeo assistido e discuti-las comparativamente. Usar a representação, o teatro como meio de expressão do que o vídeo mostrou, adaptando-o à realidade dos alunos.
Um exemplo: -Alguns alunos escolhem personagens de um vídeo e os representam adaptando-os a sua realidade. Depois comparam-se os personagens do vídeo e os da representação, a história do vídeo com a adaptada pelos alunos. - Adaptar o vídeo ao grupo: Contar -oralmente, por escrito ou audiovisualmente- situações nossas próximas às mostradas no vídeo. - Desenhar uma tela de televisão e colocar o que mais impressionou os alunos. O professor exibe num mural os desenhos e todos comentarão as coincidências principais e o seu significado. - Comparar - principalmente em aulas de literatura portuguesa ou estrangeira- um vídeo baseado em uma obra literária com o texto original. Destacar os pontos fortes e fracos do livro e da adaptação audiovisual.

A INFORMAÇÃO NA TV E NO VÍDEO

Um dos campos mais interessantes de utilização do vídeo para compreender a televisão na sala de aula é o da análise da informação, para ajudar professores e alunos a perceber melhor as possibilidades e limites da televisão e do jornal como meio informativo. O professor pode propor inicialmente algumas questões gerais sobre a informação para serem discutidas em pequenos grupos e depois no plenário. * Como eu me informo. * Que telejornal prefiro e porquê. * O que não gosto deste telejornal e gostaria de mudar. * Que semelhanças e diferenças percebo nos vários telejornais. * Que análise faço dos dois principais jornais impressos. Pode-se fazer uma análise específica de um programa informativo da televisão (por exemplo, do Jornal Nacional) e de dois jornais impressos do dia seguinte. O professor pede a um dos alunos que anote a seqüência das notícias do telejornal e, a outro, que cronometre a duração de cada notícia. Depois da exibição, o professor pede que os alunos se dividam em grupos e que alguns analisem o telejornal e pelo menos dois analisem os jornais impressos (cada grupo um jornal).
Questões para análise do telejornal
* Que notícias chamaram mais a sua atenção (notícias que sensibilizaram mais,que marcaram mais). Por que. * Que notícias são mais importantes para cada um ou para o grupo. Por que. * O que considerou positivo nesta edição do telejornal (técnicas, tratamento de algumas matérias, interpretação...) * De que discorda neste telejornal (de algumas notícias em particular ou em geral).

Questões para análise do jornal impresso

* Notícias mais importantes para o jornal (quais são as mais importantes da primeira página). Que enfoque é dado. * Que notícias coincidem com o telejornal (a coincidência é total ou há diferenças de interpretação?) * Que notícias são diferentes do telejornal (notícias que o telejornal anterior não divulgou). * Qual é a opinião do jornal nesse dia (análise dos editoriais, das matérias, que normalmente estão na segunda ou terceira página e não estão assinadas). O professor pode reconstruir a seqüência das notícias por escrito na frente do plenário e pede ao cronometrista que anote a duração de cada matéria. Cada grupo coloca no plenário as respostas à primeira questão. O professor procura reconstruir com todos os alunos as notícias mais importantes para a emissora e para o jornal impresso. Vê as coincidências e as discrepâncias. Convém analisar a notícia mais importante com calma, exibindo-a de novo, observando a estrutura, as técnicas utilizadas, as palavras-chave, a interpretação. E assim vão respondendo às outras três questões, sempre confrontando a informação da televisão com a do jornal impresso, observando as omissões mais importantes. Com esta análise não se chega a uma visão de conjunto, mas se percebe a parcialidade na seleção das notícias, na ênfase dada, na relativização da informação, na espetacularização da televisão como uma das armas importantes para atrair o telespectador.
A Informação a partir da Produção
A análise também pode partir de uma dinâmica que utiliza a produção de um jornal pelo grupo utilizando o mesmo material informativo prévio. O coordenador grava um ou dois telejornais da mesma noite e adquire alguns exemplares de dois ou três jornais impressos do dia seguinte. Os grupos recebem os mesmos jornais impressos. Cada grupo elaborará um noticiário radiofônico, de cinco minutos, a partir dos jornais, seguindo a ordem que achar mais conveniente.
Cada grupo grava o seu noticiário ou o lê como se fosse ao vivo. Pede-se a alguns participantes que anotem a seqüência das notícias, a sua duração e as palavras-chave de cada notícia. Colocam-se esses dados em público -num quadro negro ou cartolina. Discute-se no plenário as coincidências e diferenças de cada grupo na seleção e tratamento do mesmo material informativo inicial.
Numa segunda etapa os alunos relatam acontecimentos que presenciaram - pessoalmente ou que conhecem bem - e os comparam a como apareceram nos jornais e na televisão.
Esta técnica enriquece a análise com o processo de seleção de cada grupo. Exemplifica os mecanismos envolvidos no tratamento da informação mais claramente porque são percebidos na análise da própria produção. De outro lado, as interferências ideológicas no processo de escolha também se mostram mais evidentes. De qualquer forma, mais que a análise de um programa, o importante é tornar a pessoa mais atenta a todo o processo informativo, às mediações conjunturais e do processo de produção da indústria cultural que interferem nos resultados informativos.
Os alunos também podem fazer um pequeno jornal impresso ou em vídeo, com notícias das aulas e da vida deles. Depois, o professor discute com os alunos como foi o processo de seleção das notícias e de produção do jornal ou telejornal.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

*MACHADO, Arlindo. A arte do Vídeo. São Paulo, Brasiliense, 1988.
*MORAN, José Manuel. Leituras dos Meios de Comunicação. São Paulo, Ed. Pancast, 1993.
* __________________. Como ver Televisão. São Paulo, Ed. Paulinas, 1991.
* FDE - FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO. Multimeios aplicados à educação: uma leitura crítica. Cadernos Idéias, n.9, São Paulo, FDE, 1990.
Bibliografia mais atualizada:
BABIN, Pierre e KOPULOUMDJIAN, Marie-France. Os novos modos de compreender; a geração do audiovisual e do computador. São Paulo: Ed. Paulinas, 1989.
FERRÉS, Joan. Vídeo e Educação. 2a ed., Porto Alegre: Artes Médicas (atualmente Artmed), 1996.
____________. Televisão e Educação. São Paulo: Artes Médicas (Artmed), 1996.
MACHADO, Arlindo. A arte do vídeo. São Paulo: Brasiliense, 1988.
MORAN, José Manuel. Mudanças na comunicação pessoal. 2a ed. São Paulo: Paulinas, 2000.
MORAN, José Manuel, MASETTO, Marcos e BEHRENS, Marilda. Novas Tecnologias e Mediação Pedagógica. 7ª ed., Campinas: Papirus, 2003.
PENTEADO, Heloisa Dupas. Televisão e escola: conflito ou cooperação?. São Paulo: Cortez, 1991.

segunda-feira, 9 de março de 2009

BIOLOGIA

SUGESTÃO DE ATIVIDADE- BIOLOGIA



SÉRIE: 2ª
BIMESTRE: 1º
SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM: 4
ASSUNTO: DIVISÃO CELULAR


Divisão celular é um dos temas mais importantes do currículo de ensino médio, sendo pré requisito indispensável para a compreensão do fenômeno da vida. Por isso, os processos da mitose e da meiose devem ser estudados com detalhamento e profundidade. Neste número apresentamos uma sugestão de atividades que pode auxiliar os estudantes a reconhecer e a compreender aspectos importantes do processo de divisão das células por mitose.
A divisão celular é um processo contínuo, durante o qual uma célula sofre transformações que culminam com sua divisão em duas células-filhas. Ao longo da mitose, células observadas ao microscópio exibem aparências características, e é possível reconhecer estágios marcantes, que foram escolhidos pelos cientistas para dividir o processo mitótico em fases: prófase, metáfase, anáfase e telófase.
Atualmente é possível encontrar magníficas filmagens da mitose feitas ao microscópio, nas quais o processo mitótico é visto em tempo acelerado. O tempo médio de duração da divisão celular, que é cerca de meia hora, é reduzido, em alguns filmes, para menos de 30 segundos. Esse recurso acentua dramaticamente a continuidade das transformações mitóticas. Assistir a um filme desses, ou mesmo imaginar como se faz uma filmagem desse tipo, pode ajudar os estudantes a entender porque a mitose, apesar de ser um processo contínuo, é representado em apenas quatro fases discretas.

Neste folheto sugerimos atividades que podem ajudar a visualizar melhor a continuidade e a transição entre as fases do processo mitótico. Ao organizar os estágios da mitose desenhados no final da década de 1880 por Walther Flemming, os estudantes se deparam com as mesmas dificuldades que esse cientista pioneiro teve para entender a divisão celular.


SUGESTÕES DE ATIVIDADES

Atividades como essas podem contribuir para motivar os estudantes, levando-os a aprofundar seus conhecimentos e sua compreensão sobre o fenômeno da divisão celular.

Cada estudante ou grupo de estudantes deve receber uma xerocópia da página abaixo, com os desenhos de Flemming para recortar.
Abaixo apresentamos sugestões mais detalhadas sobre como aplicar a atividade. Se a escola dispuser de pelo menos um microscópio razoável, vale a pena preparar lâminas para observar células em divisão. Em nossa obra Biologia das Células (ver bibliografia a seguir) encontram-se todas as indicações para a preparação de lâminas de raiz de cebola, utilizando as técnicas de esmagamento e de coloração pela orceína acética. A atividade proposta neste folheto tanto pode ser conduzidapara introduzir o estudo da divisão celular como para sedimentar e aprofundar conhecimentos que os estudantes já têm. Em nossas obras de Biologia os assuntos relacionados a mitose podem ser encontrados nos seguintes volumes:
AMABIS, J. M. & MARTHO, G. R. Fundamentos da Biologia moderna,São Paulo, Ed. Moderna, 1997:
• Divisão celular: mitose e meiose (págs. 165-177);— Biologia das células (vol. 1), São Paulo, Ed. Moderna, 1994:
• Divisão celular (I): mitose (págs. 202-212);
• Observando a mitose em raiz de cebola (págs. 212-214).


DESCOBRINDO A SEQUÊNCIA DE FASES DA MITOSE
A atividade consiste em recortar as células desenhadas da xerocópia da página seguinte e organizá-las de modo a representar a seqüência de estágios da divisão celular.

ORIENTAÇÕES AOS ESTUDANTES

MATERIAL NECESSÁRIO
Tesoura ou estilete
Cola (de preferência em bastão)
Folhas para recortar com os desenhos de Walther Flemming (xerox)
Folhas de papel em branco para colar os desenhos

É interessante estimular os estudantes a desenvolver critérios consistentes para dividir em grupos as células desenhadas. Por exemplo, poderiam ser usados os seguintes critérios de agrupamento:

1) células grandes, arredondadas, com fios internos (cromossomos) relativamente pouco organizados;
2) células grandes, ovaladas, com cromossomos aparentemente mais organizados;
3) células menores, com cromossomos separados em dois lotes, sem estrangulamento citoplasmático;
4) células menores, com estrangulamento citoplasmático.

Eventualmente podem haver dúvidas sobre a seqüência de alguns estágios. Vale a pena ressaltar as dificulades técnicas enfrentadas pelos citologistas pioneiros, que dispunham de microscópios e técnicas relativamente simples e que ainda não contavam com os recursos da fotomicrografia, tão desenvolvida nos dias de hoje.Uma dúvida que pode surgir é quanto ao menor tamanho das células em anáfase e telófase. Partindo do princípioque Flemming desenhou todas as células na mesma escala, interpretamos a diferença de tamanho como conseqüência de as células epidérmicas da salamandra passarem da forma achatada para formas mais esféricas, tornando-se, assim, aparentemente menores. A mudança de forma seria devida à desestruturação do citoesqueleto e formação do fuso mitótico. Uma proposta que se pode fazer aos estudantes, depois que eles já organizaram em seqüência os dezoito desenhos, é que escolham apenas quatro estágios representativos da seqüência inteira. Cada desenho escolhido deve representar uma das quatro fases da mitose: prófase, metáfase, anáfase e telófase.

Lembre os estudantes que alguns autores chegam mesmo a sugerir a existência de uma quinta fase, a prometáfase, anterior à prófase.Sugira aos estudantes que desenhem no caderno os estágios representativos das quatro fases da mitose. Uma escolha possível seria:Prófase, Anáfase, Metáfase, Telófase.

ATIVIDADE: Descobrindo a sequência de Fases da Mitose

FONTE: http://www.moderna.com.br/moderna/didaticos/em/biologia/temasbio/atividades/TB09.pdf

Projetos SEE/Proposta Curricular

SUGESTÕES: ARTICULAÇÃO PROJETO PREVENÇÃO TAMBÉM SE ENSINA CIÊNCIAS E BIOLOGIA

SÉRIE: 5ª

BIMESTRE:3º

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM:03

TEMAS/ASSUNTOS:
* Dengue, cólera, hepatite, leishmaniose, verminose

SUGESTÕES DE MATERIAIS:

Água hoje e sempre consumo sustentável
Panfletos e cartazes informativos
Jornais
Revistas
Livros didáticos Manual do multiplicador


SÉRIE:6ª
BIMESTRE:4º
SITUAÇÕES DE APRENDIZAGENS:01 - 04

TEMAS/ASSUNTOS:
* Anorexia
* Bulimia
* Obesidade
* Sedentarismo
* Saneamento Básico
* DCNT

SUGESTÕES DE MATERIAIS:
Livros:
Carlota Bolota
Diferenças e preconceitos na escola
Nós
AIDS e escola
Apoio ao trabalho preventivo na Escola e na Comunidade
Fala garoto!Fala garota!
Manual do multiplicador


SÉRIE:7ª
BIMESTRE:1º
SITUAÇÕES DE APRENDIZAGEM: 01 a 07


TEMAS/ASSUNTOS:
*Obesidade
* Hábitos alimentares saudáveis
* DCNT

SUGESTÕES DE MATERIAIS:
Cartilha Agita Galera
Carlota Bolota
Apoio ao trabalho preventivo na Escola e comunidade
Kits Prevenção



SÉRIE: 7ª
BIMESTRE:2º
SITUAÇÕES DE APRENDIZAGEM:03-04-05-06-07


TEMAS/ASSUNTOS:
* Sexualidade
* DST
* Gravidez na adolescência
* Aborto

SUGESTÕES DE MATERIAIS:
Kit prevenção também se ensina



SÉRIE: 8ª
BIMESTRE:2º
SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM:03

TEMAS/ASSUNTOS:
* Drogas
* Alcoolismo
* Violência
* DCNT = diabetes


SUGESTÕES DE MATERIAIS:
Drogas = Prevenção a dependência química
Fala garoto!Fala garota!
Aprendendo a ser e a conviver
A Tatuagem
Idéias 29
Apoio ao trabalho preventivo na Escola e na Comunidade


SÉRIE:1º
BIMESTRE:4º
SITUAÇÕES DE APRENDIZAGENS:01 a 04


TEMAS/ASSUNTOS:
* Sexualidade
* Gravidez na adolescência

SUGESTÕES DE MATERIAIS:
Manual do multiplicador: adolescente AIDS e escola, Primeira vez, Gravidez na adolescência
Planeta eu: conversando sobre sexo
PROJETO VALE SONHAR



SÉRIE: 2º
BIMESTRE:1º
SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM:9


TEMAS/ASSUNTOS:
DCNT


SUGESTÕES DE MATERIAIS:
Folhetins explicativos
Parcerias
Campanhas de prevenção
Palestras
Pesquisas



SÉRIE: 3º
BIMESTRE: 2º
SITUAÇÕES DE APRENDIZAGEM:01 a 04

TEMAS/ASSUNTOS:
* Sexualidade
* DST/AIDS
* Drogas
* Gravidez na adolescência
* DCNT

SUGESTÕES DE MATERIAIS:
Kits Prevenção



SÉRIE:3º
BIMESTRE:2º
SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM:04

TEMAS/ASSUNTOS:
* Aborto
* Sexualidade
* Gravidez na Adolescência
* Violência

SUGESTÕES DE MATERIAIS
Kits Prevenção